quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Boas Festas!



Desejamos à todos um Natal cheio de Luz e que a fé no nascimento do Menino Jesus, renove as nossas esperanças em um futuro melhor. 

Futuro onde tenhamos discernimento para usar as novas tecnologias que surgirão, melhorar as que estamos usando e que, com elas, possamos beneficiar a todos de maneira plena e igualitária. Na saúde, educação, justiça, entretenimento, cultura, culinária, segurança, enfim, em todas as áreas.

Que 2019 seja iluminado de boas notícias!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Ford cria casinha de cachorro que bloqueia barulho de fogos de artifício


Empresa aplica tecnologia já usada em carros para ajudar os animais
Por Ariane Alves 

São Paulo – A Ford decidiu testar sua tecnologia de cancelamento de ruídos, presente nos carros da marca, em um ambiente inusitado: as casinhas de cachorro. Com um protótipo revelado nesta última segunda-feira (17), o objetivo da empresa é oferecer um meio de acalmar os animais durante apresentações de fogos de artifício.

Por terem uma audição aprimorada, os cachorros costumam sofrer em momentos de celebração. Os barulhos dos fogos os deixam assustados e ansiosos, podendo até gerar danos físicos nos animais. Assim, um ambiente que reduz o impacto do barulho é uma novidade bem-vinda.

A casinha de cachorro “inteligente” usa tecnologias já adotadas pela empresa em modelos como o utilitário Edge. O protótipo conta com uma porta de vidro automática, controle ativo de barulho, vedação nas paredes e ventilação à prova de som.

Como no Edge, a casinha usa microfones para detectar o barulho e ativar o sistema de neutralização do som, diminuindo ou até mesmo eliminando os ruídos mais altos. Conforme explica a Ford em seu blog, “a casinha com cancelamento de ruído é a primeira de uma série de iniciativas — as intervenções — que aplica o conhecimento automotivo para ajudar a resolver problemas cotidianos”.

Assista o vídeo em: https://youtu.be/3Kc9xzuWP5Q

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Conheça o Chipolo, rastreador Bluetooth para encontrar objetos perdidos



Aparelho tem tamanho de uma moeda e permite usar o celular para encontrar objetos perdidos.

Por Marvin Costa, para o TechTudo

O Chipolo é um rastreador Bluetooth que pode ser usado como chaveiro, colocado em carteiras ou mochilas e até pendurado na coleira de animais. Com auxílio de um aplicativo para smartphone, o aparelho emite um bipe para que a pessoa possa rastrear rapidamente sua localização. A função também pode ser útil para ajudar na rotina de casa, evitando o problema de perder objetos importantes.

O produto foi desenvolvido por uma startup da Eslovênia e está disponível para comprar em cerca de 200 países. No Brasil, o dispositivo é distribuído pela Ocanova e pode ser encontrado por preços a partir de R$ 189.

O funcionamento do Chipolo é relativamente simples. O usuário deve baixar o aplicativo grátis no celular Android ou iPhone (iOS) e prender o produto no objeto que deseja rastrear por meio do sistema. O procedimento é finalizado ao pressionar duas vezes a superfície do aparelho, fazendo com que o celular emita um bipe.

Contando com um pequeno buraco em sua superfície, o dispositivo pode funcionar como um chaveiro ou ficar na coleira de um animal de estimação. Seu tamanho facilita a utilização também em carteiras e bolsas ou até acoplado em controles remotos. É possível encontrar o Chipolo nas cores preto, branco, amarelo ou verde.

Os itens perdidos são localizados com o auxílio de um bipe emitido pelo pequeno rastreador ou pelo mapa exibido na tela do celular. Outra possibilidade é utilizar assistentes de voz como a Alexa ou o Google Assistente para encontrar os objetos. O sistema do app permite ainda compartilhar o rastreador para contar com a ajuda de outras pessoas.

terça-feira, 17 de julho de 2018

'Robô-vaso' leva sua planta para o sol e avisa quando ela precisa de água




Uma startup norte-americana chamada Vincross, liderada pelo engenheiro chinês Sun Tianqi, criou um robô capaz de funcionar como um vaso de plantas autônomo. Ele leva a planta para a luz do Sol quando necessário e avisa quando ela precisa de água.

O pequeno robô se chama Hexa, em alusão às suas seis pernas. Ele usa uma série de pequenos sensores de luz e umidade para dar autonomia a qualquer planta acoplada. Ele também pode retirar-se para a sombra quando o banho de sol termina, para não ressecá-la.

Para avisar que a planta precisa de água, o robô é programado para fazer uma espécie de "dancinha". Ele pode até interagir com humanos como se fosse um animal de estimação, respondendo a gestos e toques em suas pernas ou corpo.

O Hexa nasceu de um projeto de financimento coletivo no site Kickstarter. A campanha arrecadou US$ 221 mil e, desde outubro do ano passado, o robô está à venda no site da Vincross custando US$ 949 (mais de R$ 3.600 em conversão direta).

No entanto, a versão que está à venda no site da Vincross não vem com suporte a uma planta. O Hexa foi criado para ser um robô programável e adaptável às necessidades do dono. A versão com planta foi criada como uma demonstração do robô.

Essa demonstração foi divulgada no fórum da Vincross no ano passado, mas só agora o site The Verge a descobriu. O "robô-vaso" serve apenas como prova de conceito do que o Hexa pode ser programado e adaptado para fazer na casa do usuário.

"Com uma base móvel robótica, plantas podem experimentar mobilidade e interação", disse o criador do Hexa. "Espero que este projeto possa trazer alguma inspiração para a relação entre a tecnologia e cenários comuns da natureza."

Por Lucas Carvalho do Olhar Digital

Spyce: Restaurante Robótico com Curadoria do chef Daniel Boulud



A automação de processos na indústria de alimentos não é algo relativamente novo por si, porém não é tão comum para o consumidor final fora desse cenário. Ou seja, o público nem sempre sabe disso. Pode ser que esta realidade mude em um futuro próximo.

Abriu em meados de maio (2018) o restaurante Spyce na cidade de Boston (capital do estado de Massachusetts) que conta com uma cozinha robotizada (automatizada) que prepara a refeição escolhida pelo cliente em até 3 minutos.

O projeto foi desenvolvido por Michael Farid, Brady Knight, Luke Schlueter e Kale Rogers, formados no famoso Instituo de Tecnologia de Massachusetts (Massachusetts Institute of Technology, MIT) quando ainda estavam estudando.

Criaram desde o conceito e a tecnologia robótica necessária para a operação funcionar. A motivação por trás foi a necessidade de se alimentarem, mas com um orçamento pequeno quando ainda estavam na faculdade. A automação vai desde preparar a comida, cozinhar e lavar o equipamento sem intervenção humana.

O cardápio é disponibilizada em um quiosque eletrônico em que o cliente pode escolher entre pratos vegetarianos, veganos e sem glúten. As porções são servidas em tigelas (bowls) e possuem 7 opções personalizáveis. O preço gira em torno de $7,50 dólares (cerca de r$28 reais).

As panelas funcionam no mesmo estilo que as “betoneiras”: sempre girando sobre um eixo para distribuir os alimentos com um sistema de aquecimento via indução (cria um campo eletromagnético para aquecer a panela) o que proporciona um maior controle na temperatura.

Claro, ainda há mão de obra humana no processo: o pré-preparo dos ingredientes e porcionamento é feito durante a noite para abastecer a geladeira em que o sistema automático faz a captação, e a finalização dos pratos.

A parte gastronômica ficou a cargo do renomado chef francês Daniel Boulud. Ele atua como diretor gastronômico (e investidor) e foi responsável por trazer o chef Sam Benson – que havia trabalho com Daniel no Café Boulud – para criar as receitas.

Será que essa tendência ficará popular no mundo todo? Bom, só o tempo dirá!



Assista ao vídeo sobre o restaurante em: https://youtu.be/9LqqcDL99UA

Por Vitor Hugo, do pratofundo.com
Fonte: https://pratofundo.com/5425/spyce-restaurante-robotico-daniel-boulud/

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Google anuncia seu primeiro centro de inteligência artificial na África



O Google anunciou nesta quarta-feira, 13, que vai inaugurar até o fim deste ano o seu primeiro centro de pesquisa em inteligência artificial na África. O centro ficará na cidade de Acra, capital de Gana, na costa oeste do continente africano.

Segundo o VentureBeat, este não é apenas o primeiro centro de pesquisas em IA do Google na região, mas o primeiro de qualquer uma das grandes empresas de tecnologia do mundo, como Apple, Facebook e Microsoft, que também investem no setor.

Mais detalhes sobre o centro, como capacidade e tamanho, não foram divulgados. O que o Google disse é que as pesquisas que saírem dali serão feitas em parceria com o poder público e universidades, e buscarão "solucionar desafios em áreas como saúde, agricultura e educação".

Por enquanto, o Google ainda está em processo de recrutamento para o seu novo centro em Gana. A empresa tem 11 vagas abertas para pesquisadores científicos e engenheiros de software com experiência em machine learning no país.

A empresa já possui outros 14 centros de pesquisa em inteligência artificial espalhados pelo mundo, mas a maioria fica nos EUA e na Europa. Na África, o Google já mantém uma incubadora de startups com mais de 60 pequenas empresas e mais de 100 mil desenvolvedores cadastrados.

Por Lucas Carvalho - 13/06/18

quarta-feira, 21 de março de 2018

Microsoft doa computador para professor que ensinava computação na lousa


Os usuários do Facebook e Twitter estão sensibilizados com um post que se tornou viral. Segundo informações do MCPowerUser, a publicação que está mexendo com as redes sociais conta a história de Richard Akoto, um professor de Gana que dá aula de computação usando o quadro negro.

A escola já não possui computadores desde 2011, mas como na grade de aulas está o curso de computação, Akoto desenha as telas na lousa para explicar aos alunos as funcionalidades. Inspirada com a história, a empreendedora Rebecca Enonchong usou o Twitter para chamar atenção da Microsoft.

A empresa atendeu ao chamado e afirmou que irá enviar para o professor um novo computador, além de oferecer material educacional e de desenvolvimento profissional.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Sem caixas, sem filas, eis o supermercado do futuro.



Você talvez se lembre de um vídeo que a Amazon fez em dezembro de 2016 mostrando um projeto de loja sem funcionários e sem caixas eletrônicos. Hoje, de acordo com a Reuters, a Amazon inaugura uma versão real dessa loja, chamada de Amazon Go, na cidade de Seattle (EUA), dentro de um prédio da própria empresa. 

A loja usa câmeras e sensores para detectar os movimentos dos compradores e entender o que eles retiram das prateleiras (e o que eles colocam de volta). Com base nisso, ele sabe o que cada pessoa está comprando. Quando a pessoa sai da loja, a empresa cobra a compra do cartão de crédito que ela tem registrado sob seu nome na Amazon. O vídeo abaixo mostra o funcionamento da novidade:

Segundo a Reuters, funcionários da Amazon já podiam usar a loja desde dezembro de 2016. A expectativa era que ela ficasse aberta para o público em geral em 2017. No entanto, a empresa se deparou com uma série de problemas: por exemplo, os sensores confundiam pessoas parecidas quando elas entravam na loja, e acabavam cobrando a pessoa errada. Além disso, crianças também foram um desafio, já que elas acabavam trocando os produtos de lugar e confundindo os sensores.

Como funciona?

Para entrar na loja, a pessoa precisa ter o aplicativo da Amazon Go instalado no celular. O app gera um código QR que pode ser usado pela pessoa para abrir a catraca que dá acesso às prateleiras. A loja tem cerca de 167 metros quadrados de área, e logo na entrada ficam itens prontos para consumo, como sanduíches e bebidas. Mais para o fundo a produtos de mercearia, alimentos, bebidas alcólicas e itens de conveniência.

Quando a pessoa termina de pegar o que precisa, pode simplesmente sair por onde entrou que a Amazon cobra da conta dela exatamente os produtos que ela pegou - como a CBS aponta, isso elimina totalmente as filas do mercado. Para saber o que cada pessoa comprou, a loja usa uma combinação sofisticada de tecnologias como inteligência artificial e fusão de sensores.

Há câmeras nas prateleiras e no teto da loja que acompanham o movimento dos compradores. As prateleiras da loja também têm sensores de peso, para detectar melhor quando algum produto é removido ou acrescentado a elas. Cruzando os dados de movimentação de cada cliente com os dados de alteração de peso das prateleiras, a loja consegue entender o que cada pessoa comprou, e cobrá-la de maneira adequada.

Lojas do futuro

De acordo com a vice-presidente da Amazon Go, Gianna Puerini, foram necessários cerca de quatro anos de desenvolvimento de tecnologia antes de que a loja começasse a funcionar. "A tecnologia para isso não existia", disse ela em entrevista à Reuters. "Nós realmente avançamos o estado da arte de visão computacional e aprendizagem de máquina", considerou.

Não há planos, por enquanto, de criar outras lojas desse tipo em outros locais, segundo Puerini. A Amazon também comprou recentemente a rede de mercados Whole Foods por US$ 13 bilhões, mas disse que por enquanto não pretende incorporar essas tecnologias às lojas já funcionais da cadeia. 

Assista ao vídeo em: https://youtu.be/NrmMk1Myrxc

Por Gustavo Sumares 22/01/2018



sábado, 30 de dezembro de 2017

Feliz 2018!


Hoje completamos 8 anos no ar e agradecemos as mais de 55.000 visualizações nos mais diversos países como Rússia, EUA, Portugal, França, Alemanha, Ucrânia, Polônia, Holanda, Turquia, entre outros.
Desejamos que a tecnologia possa ser usada em prol de um mundo melhor, aproximando as pessoas e reduzindo o preconceito e a intolerância. Que os usuários das redes sociais tenham discernimento para saber o que compartilhar evitando as fake news e o ódio exacerbado que elas produzem. 
Enfim, que o ano novo traga boas novas.
Feliz 2018!

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Museu COOPER HEWITT Dá acesso a 3.000 anos de história do design




O Museu Cooper Hewitt localizado em Nova York, também conhecido como Smithsonian Design Museum, digitalizou grande parte do seu acervo e dá acesso a uma diversidade de arquivos que compõem 3.000 anos de história do design.
Estudantes, profissionais ou até entusiastas do design podem conferir aproximadamente 200.000 itens, 92% da coleção particular do museu, que estão agora disponíveis online.

Entre o acervo estão papéis de parede, desenhos arquitetônicos dos séculos 20 e 21, amostras do design gráfico cubano e japonês, cartazes da Guerra Civil Espanhola e utensílios tecnológicos.
Também há objetos brasileiros.

Acesse a coleção em: https://collection.cooperhewitt.org/

Fonte:


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Conheça Lysa, o cão-guia robô que fala com o dono


A autonomia para andar pelas ruas e calçadas de nossas cidades é um desafio para pessoas com deficiências visuais. Pensando em colaborar de forma concreta para melhorar a mobilidade das pessoas cegas, uma startup (negócio inicial na área de tecnologia) capixaba criou um cão-guia robô. A invenção é um protótipo em fase final de desenvolvimento. Um dos detalhes é que o equipamento até fala com seu dono.

Batizado de Lysa, o robô promete ser uma alternativa mais prática e segura em relação aos cães-guias adestrados e bengalas, já que uma das principais dificuldades das pessoas cegas é identificar obstáculos que estejam na altura da cintura para cima, como galhos de árvores, telefones públicos (orelhões), lixeiras suspensas, entre outros empecilhos.

O robô começou a ser produzido em 2011 pela bacharel em ciências da computação, Neide Sellin, quando trabalhava em um projeto de robótica de uma escola municipal da Serra.

“A Lysa surgiu quando eu fiz amizade com pessoas com deficiência visual e comecei a entender as dificuldades que passam. Como sou da área de tecnologia, percebi que ela poderia favorecer. Então, desenvolvi a Lysa com alguns sensores e motores que facilitam a locomoção”, disse Neide.

Com bateria recarregável, o robô Lysa tem funções semelhantes às de um cão-guia convencional. É dotado de dois motores e cinco sensores que avisam à pessoa com deficiência visual, por meio de mensagens de voz gravadas, quando há no percurso buracos, obstáculos e riscos de colisões em altura. A intenção é que chegue ao mercado com cerca de 3,5 quilos.

O objetivo do projeto é captar recursos para desenvolver 10 unidades e disponibilizar de forma gratuita para pessoa com deficiência visual. Para isso a startup abriu uma plataforma de doação colaborativa, em que qualquer pessoa pode contribuir. As doações são feitas pela plataforma Kickante.

“Os protótipos iniciais custam em torno de R$ 10 mil. Se conseguirmos alguma empresa para construir em maior escala, podemos conseguir reduzir para menos de R$ 5 mil a unidade”.


Mais informações em:

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Michelin mostra pneu do futuro biodegradável e impresso em 3D



A Michelin apresentou ontem o "Vision", um novo pneu experimental que não é inflado com ar e que é composto por uma única estrutura que une roda e pneu. A invenção da Michelin é feita de materiais biodegradáveis e consegue absorver os impactos da estrada por meio de sua construção mecânica, sem a necessidade de pressão do ar.

O Engadget, que teve acesso à novidade, explicou que, como não precisa ser inflado, o pneu está imune a problemas como furos, baixa pressão ou estouros. Ele usa um novo tipo de mecanismo para se acoplar aos eixos dos veículos, e pode ser feito com uma variedade de materiais biodegradáveis, como casca de laranja, metal reciclado, palha, papel e até mesmo melaço.

Refazendo os sulcos

Um possível problema dessa estrutura única seria a necessidade de substituir tanto a roda quanto o pneu quando a superfície dela ficasse "careca". Mas a Michelin propôs para isso uma solução envolvendo impressão 3D. Quando a superfície do pneu começasse a ficar lisa, o motorista poderia se dirigir a um mecânico especializado para imprimir em 3D novos sulcos na estrutura. A impressão seria feita com a deposição de mais camadas de materiais sobre a parte da roda que entra em contato com a estrada.

Segundo Terry Gettys, o vice-presidente global de pesquisa e desenvolvimento da empresa, seria possível até mesmo criar estações automáticas especializadas para esse processo. O motorista poderia simplesmente estacionar nelas para "trocar seus pneus" com esse método. Isso levaria, segundo ele, menos tempo do que trocar os quatro pneus.

Pneu pensante

No futuro, ainda seria possível colocar sensores nas estruturas dos pneus. Esses sensores poderiam informar o motorista, em tempo real, sobre o estado da superfície e a distância viajada. Uma frota de caminhões equipados com tal tecnologia, por exemplo, poderia enviar essas informações automaticamente para uma central que gerenciaria os tempos de troca de pneu de cada veículo.

Mas ainda deve levar bastante tempo para que a novidade chegue às estradas. A expectativa, de acordo com Gettys, é de cerca de dez anos. A ideia é que os conceitos apresentados com o "Vision", tais como a estrutura única, a superfície que pode ser impressa em 3D e os materiais biodegradáveis, sejam incorporadas ao longo do tempo aos produtos que a empresa já tem.

Por: Gustavo Sumares 
Imagem: Foto: reprodução Engadget

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Inclusão digital é sinônimo de qualidade de vida para idosos


Aos 92 anos, a dona Djanira se inscreveu em um cursinho para ter seu primeiro contato com um computador. Vontade não falta, mas para a maioria do pessoal da terceira idade, esse mundo digital ainda é, sim, um monstrinho de sete cabeças...

O mais legal dessa realidade é que o interesse dos vovôs e, principalmente, das vovós pela internet e por outras tecnologias está crescendo em ritmo bastante acelerado; sim, aqui no Brasil! Nos últimos oito anos, o número de idosos conectados aumentou quase 1000% - isso mesmo, mil por cento! É o que mostra a última pesquisa do Instituto Locomotiva sobre o assunto. Hoje, segundo o levantamento, já são mais de cinco milhões de idosos brasileiros na internet.

Outra pesquisa recente, esta realizada pelo Ericsson Consumer Lab, mostra que a penetração do smartphone entre os idosos brasileiros já é de 40%. Especialistas na terceira idade e os próprios idosos concordam que essa inclusão digital tem um reflexo direto na melhora da qualidade de vida e até na saúde do idoso.

Junto com o smartphone, Facebook e Whatsapp são unanimidades entre todas essas simpáticas senhoras. Estão todas inscritas em um curso para aprender novos macetes no celular... do mais básico até funções um pouco mais específicas.

A dona Cida está entre as mais “viciadinhas” que a gente encontrou. Super atualizada, ela já anda com seu iPhone 7 para cima e para baixo. Posta fotos nos Instagram, publica, curte e compartilha no Facebook e não se surpreende com o número de mensagens que recebe via Whatsapp – provavelmente muito mais do que a maioria de nós...

A Cida não desgruda do celular... durante nossa conversa, as notificações estavam lá, bombardeando o smartphone dela.

Agora a senhora mais conectada de todos os grupos que a gente visitou é, sem dúvida, a Mari...

Inclusão social, qualidade de vida, maior contato com a família, ver filhos e netos mais frequentemente...a digitalização da terceira idade é só vantagens. Isso, sem contar a diversão...

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Impressora 3D imprime calçados com apenas fotos do pé do usuário


As impressoras 3D prometem facilitar a produção de itens personalizados. Esse é o caso da startup Wiivv que utiliza uma impressora 3D para moldar palmilhas e calçados de acordo com o formato do pé do usuário. 

Através de um aplicativo, o cliente pode medir os próprios pés apenas tirando algumas fotos deles. O sistema, então, usa os dados para criar um modelo do pé e imprime uma palmilha adaptada.

A empresa já oferece esse serviço há mais de um ano, mas agora lançou uma campanha no Kickstarte para poderem imprimir os calçados inteiros.

A ideia é a mesma, mas ao invés de apenas encomendar a palmilha, o cliente também terá a possibilidade de encomendar o sapato completo.

Por Juliana Américo

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Garoto venceu um concurso do Google e não tem internet em casa


Vencer algum dos concursos organizados pelo Google não é uma tarefa fácil. É preciso estudar e trabalhar muito em seu projeto. Imagine conseguir esse feito mesmo estudando sozinho e, depois de ser condecorado com a premiação, ver que seu acesso à internet foi cortado? Por mais que pareça um conto fictício, um jovem mostrou que a história é bem real.

Aos 17 anos e natural de Camarões, Nji Collins Gbah tem uma história impressionante para contar. Ao ficar sabendo da competição Google Code-in, ele decidiu testar seus conhecimentos em programação – adquiridos por conta própria durante dois anos de estudos em casa – contra cerca de outros 1.300 jovens entre 13 e 17 anos de 62 países diferentes.

O concurso pedia que os participantes completassem trabalhos específicos de programação. Quando as inscrições foram finalmente encerradas, Nji já havia terminado 20 tarefas propostas pelo Google em cinco categorias diferentes. Somente um desses trabalhos levou cerca de uma semana para ficar pronto.

Até aqui, o garoto trabalhava e estudava com a ajuda da conexão à internet que possuía em sua casa. No entanto, um dia após ter entregado as tarefas, a conexão de Bamenba, a cidade onde mora, foi cortada pelo próprio governo por conta de conflitos das autoridades com ativistas que pedem maior reconhecimento para a região.

Para entender melhor, o município fica ao noroeste de Camarões, região em que a população usa o inglês como língua oficial – algo que não agrada o governo local. Depois da colonização no século 19 pela Alemanha, o país acabou sendo dividido entre França e Grã-Bretanha, que criaram “dois Camarões”. Essas partes depois fundiram-se para dar nascimento à República Federal dos Camarões.

Sem conexão e com a escola fechada por conta dos protestos nas ruas, o jovem recebeu a notícia de que fora um dos 34 vencedores do prêmio do Google. Como premiação, cada jovem passará quatro dias na sede da empresa, no Vale do Silício, nos Estados Unidos.

Antes disso, porém, Nji decidiu mudar-se de cidade para continuar com seus estudos. “Eu queria ter uma conexão para poder continuar estudando e fazer contato com o Google", conta. Ele espera terminar os estudos em Bamenda e depois cursar Ciência da Computação em alguma universidade.

Futuro no Google

A viagem para o Google já está marcada para acontecer em junho deste ano. No que depender de Nji, no entanto, essa não será a única vez que pisará dentro dos escritórios da gigante de buscas. "Se tudo der certo, quero um dia trabalhar lá", afirma.

Para fazer isso, ele usará da mesma estratégia que vem dando certo até agora: estudar. Seu foco é aprender mais sobre deep learning para desenvolver um modelo próprio de compressão de dados utilizando aprendizagem profunda e aprendizado de máquina.

Esquecido pelo governo

Primeiro vencedor deste concurso em todo o continente africano, o rapaz, que completará 18 anos em breve, recebeu muitas ligações de amigos e parentes parabenizando-o pelo feito. O governo de seu país, por sua vez, não entrou em contato com o garoto e nem emitiu qualquer nota sobre o assunto.

A cidade de Bamenda, terra natal de Nji, pode até comemorar o feito de seu promissor estudante de programação. Mas não pode postar fotos da comemoração no Facebook ou em qualquer outra rede social, já que a região continua sem acesso à internet até hoje.

Via BBC
Por RODRIGO LOUREIRO

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Lixeira transforma em 24 h resíduos de cozinha em adubo



Geração excessiva de lixo é um dos grandes problemas dos dias atuais e se, para plásticos, papéis e metais a opção mais sustentável é a reciclagem, quando o assunto é o lixo orgânico a melhor forma de descarte nem sempre é muito clara. E é para esse segundo caso que pesquisadores do WLab - incubadora de inovação da Whirlpool - criam o Zera Food Recycle, uma composteira elétrica e portátil, capaz de processar os restos de comida, transformando-os em adubo orgânico em apenas 24 horas.

Segundo os fabricantes uma família americana média descarta em lixões cerca de 181 Kg de resíduos orgânicos por ano - o que corresponde a 20% das emissões de metano do país. Já com a nova invenção é possível reutilizar cascas de banana, cascas de pão e todo outro tipo de sobra em um adubo ótimo para cultivar plantas e hortas caseiras.

A composteira elétrica foi desenhada para caber em uma cozinha residencial e funciona de forma parecida a um triturador. Em um primeiro momento sempre que os resíduos são descartados eles são triturados para um melhor aproveitamento do espaço. Uma vez que a lixeira, estiver cheia é preciso inserir um pacote de aditivos fornecido pela Zera e em seguida apertar um botão para iniciar o processo. Em um dia você terá o adubo orgânico pronto em um recipiente na base do equipamento.

Para completar, como quase toda novidade que é lançada ao mercado a Zera Food Recicle é conectada à rede wi-fi, o que permite que você programe seu funcionamento a distância e também monitore o processo através de um aplicativo.



Transformando lixo em algo de valor a empresa afirma que sua invenção é capaz de reduzir o descarte de resíduos orgânicos de uma família em até 200 quilos por ano. O apelo parece ter impressionando e rendeu três prêmios na CES 2017 - a maior feira de inovação do mundo

Para adquirir o lançamento ainda é preciso se cadastrar na lista de pré-venda e desembolsar algum dinheiro. O preço do "kit completo", que inclui um mês de aditivos grátis, sai por US$999.


sábado, 31 de dezembro de 2016

O que esperar da tecnologia em 2017?


Olhar para o futuro é quase sempre pensar nas novas tecnologias que estão por vir. Com a ascenção dos bots, inteligência artificial e internet das coisas, já não estamos tão distantes do que foi imaginado pelos filmes de ficção científica de 10 ou 20 anos atrás. Mas, o que esperar da tecnologia em 2017? Um estudo divulgado pela Ericsson ConsumerLab, que analisa o comportamento de usuários de tecnologia, elencou as principais tendências para o próximo ano.

O relatório “As 10 tendências do consumidor para 2017 e além” contou com a participação de 7.138 usuários avançados de tecnologia em 14 cidades do mundo, incluindo São Paulo. Veja quais foram as conclusões do estudo:

Inteligência artificial

A inteligência artifical será cada vez mais aceita, inclusive no ambiente de trabalho. 35% dos entrevistados disseram que gostariam de ter uma espécie de consultor virtual para orientar suas funções no trabalho. Por outro lado, 60% das pessoas se preocupam que a inteligência artificial substitua funções de humanos, que podem perder seus empregos.

Internet das Coisas

Esse setor pode ganhar ainda mais força, com o surgimento de novos gadgets conectados à internet. Além disso, 58% dos usuários acreditam que os smartphones aprenderão seus hábitos e passarão a realizar tarefas automaticamente.

Carros autônomos

Entre os brasileiros entrevistados, 60% disseram que gostariam de ter um carro inteligente, que traça o próprio percurso e dispensa o motorista. 40% dos pedestres afirmaram que se sentiriam mais seguros ao atravessar a rua se os veículos já fossem autônomos.

Linha tênue

A tecnologia de realidade virtual, que já está acessível para boa parte da população, pode ganhar proporções assustadoras. O estudo apontou que 70% dos usuários avançados de tecnologia acreditam que, em três anos, a realidade virtual ficará indistinguível da realidade. Outros 60% acham que partes do vestuário, como luvas e sapatos, poderão interagir com objetos virtuais.

Efeitos colaterais

Apesar dos avanços, usuários temem efeitos colaterais, como enjoos causados pela utilização de realidade virtual. O relatório apontou que 50% dos entrevistados acreditam que precisarão de medicamentos contra enjoo para usar esses dispositivos.

Monitamento

O número de pessoas que utilizam alarmes, câmeras de segurança e notificações integrados ao smartphone deve crescer ainda mais nos próximos anos. O estudo mostrou que 60% dos usuários já usam esses recursos.

Redes sociais

As redes sociais vieram mesmo para ficar. Dentre os entrevistados, 40% disseram que utilizam essas plataformas para acompanhar notícias. Outras 30% afirmaram que levam em consideração as opiniões de seus contatos. A perspectiva para o futuro é que as redes sociais se tornem a principal, ou até a única, forma de contato entre as pessoas.

Realidade aumentada

Sucesso com o jogo Pokémon Go, a realidade aumentada deve continuar em ascenção. De acordo com o estudo, 70% dos entrevistados utilizariam óculos equipados com a tecnologia para iluminar ambientes escuros e destacar perigos. Outros 50% gostariam de usar o equipamento para editar elementos desagradáveis da realidade ao seu redor.

Segurança

Em 2016, mensageiros como WhatsApp e Messenger passaram a oferecer serviçso criptografados, para assegurar a privacidade de seus usuários. De acordo com o relatório da Ericsson, essa tendência deve continuar. Mais da metade dos usuários avançados desejam utilizar apenas serviços criptografados em 2017. Um terço do entrevistados, no entanto, acreditam que a privacidade online já não existe mais.

Consumo

Segundo o estudo, a expectativa dos usuários é que a tecnologia chegue a todos de forma mais democrática. Três quartos dos entrevistados afirmaram ainda que desejam adquirir produtos das cinco maiores empresas de tecnlogia nos próximo anos.

Texto: Diário da Região

PS.: Um ótimo 2017 para todos. São os votos de Paulinho.com à todos os nossos leitores.

sábado, 29 de outubro de 2016

Garota de 13 anos cria dispositivo que gera energia renovável por R$ 16


Maanasa Mendu é uma jovem cientista de 13 anos que inventou um dispositivo capaz de gerar energia renovável a um custo baixo - cerca de R$16. "O dispositivo captura a energia que está constantemente disponível ao nosso redor para criar energia limpa", conta Mendu.

A garota conta que a ideia do dispositivo surgiu em uma viagem com família à Índia. "Todos os anos, a minha família, que é indiana, tem que conviver com apagões recorrentes. Para mim, isso significa não ter acesso temporariamente ao ar-condicionado ou à eletricidade. Mas, para mais de um quinto da população mundial, os apagões são uma realidade permanente", afirma. "O que realmente me motivou foi criar um dispositivo que poderia impactar o mundo.

O aparelho, chamado "Harvest", usa uma espécie de folha solar para obter energia de chuvas, ventos e do sol. Há ainda um material piezoelétrico acoplado, capaz de gerar eletricidade a partir de uma força mecânica.

Com o projeto, Mendu ganhou um prêmio de US$ 25 mil em um concurso para jovens talentos. Para as próximas etapas, o objetivo é desenvolver um protótipo que possa ser comercializado.

REDAÇÃO OLHAR DIGITAL
Via BBC

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Os 7 pecados capitais do e-mail de trabalho

Por: Claudia Gasparini, de EXAME.com 

Muita gente tem uma relação de amor e ódio com e-mails profissionais. Ao mesmo tempo em que facilitam e aceleram a comunicação do dia a dia, as mensagens eletrônicas frequentemente causam aborrecimentos e até conflitos com colegas, chefes e subordinados.

Quase sempre, a irritação provocada pelos recados é resultado do comportamento desatento dos seus remetentes. As gafes vão do excesso de informalidade na linguagem ao uso indevido de botões como “Responder a todos” e “Mandar com cópia oculta”.

Quer saber você está respeitando a etiqueta corporativa quando o assunto é e-mail de trabalho? O site Business Insider compilou os erros mais graves que um profissional pode cometer com a ferramenta. Confira os 7 piores a seguir:

1. Escrever a palavra “urgente” no assunto quando a questão não é urgente
 Na tentativa de forçar a abertura da sua mensagem pelo destinatário, muita gente escreve palavras alarmantes no assunto do e-mail. A tática pode funcionar da primeira ou da segunda vez, mas perde efetividade com a repetição.

“Se você abusar do termo 'urgente', será como o menino que gritava ‘lobo’ naquela famosa história infantil”, diz Rosemary Haefner, diretora de RH do CareerBuilder, ao site Business Insider. Não vai demorar muito para que ninguém mais preste atenção em você — inclusive quando houver uma emergência real.

2. Não colocar nada (ou escrever algo muito vago) no assunto
 Outra gafe imperdoável é mandar um e-mail sem nada no campo “assunto”, diz Amanda Augustine, especialista em carreira na TopResume. A situação pode ser muito irritante, porque obriga a outra pessoa a abrir o seu recado para descobrir do que se trata.

Escrever algo muito genérico ou indefinido, como “Olá” ou “Para seu conhecimento”, também pode gerar aborrecimento e até desestimular a abertura da sua mensagem. Um e-mail de trabalho com boas chances de ser lido e respondido normalmente tem uma frase de assunto clara, objetiva e concisa.

3. Deixar passar muitos erros de digitação
 Quando o assunto é a escrita no trabalho, não é só com equívocos gramaticais que você deve se preocupar. Por mais inofensivos que pareçam, os erros de grafia provocados pela pressa na hora de digitar também podem prejudicar a sua imagem.

Como hoje em dia muita gente manda e-mails pelo smartphone, enquanto está se deslocando, não é tão grave haver um ou outro erro de digitação, diz Vicky Oliver, autora do livro “301 respostas inteligentes para perguntas difíceis de etiqueta corporativa”, ao Business Insider. Porém, mais de um deslize por e-mail é visto como algo pouco profissional.

4. Incluir múltiplos destinatários quando a conversa é particular
Pecado comum também no WhatsApp, mandar e-mails direcionados a um único indivíduo para o grupo todo pode ser extremamente irritante. “Só aperte o botão ‘responder para todos’ quando a sua resposta for realmente necessária para todos”, diz Haefner.

O mesmo vale para a opção “Mandar com cópia”: só vale copiar colegas, chefes ou clientes se a conversa for de fato relevante para eles. O problema é que muita gente faz isso de forma automática. Na dúvida, é melhor perguntar ao destinatário “extra” se ele deseja ou não acompanhar o diálogo.

5. Abusar da opção “Mandar com cópia oculta”
Na visão de Oliver, pessoas que usam demais o famigerado botão “Cco” em e-mails de trabalho podem ser vistas com desconfiança pelos demais.

“Se eu recebo algo com cópia oculta, a primeira coisa que eu penso é: e se aquela pessoa também não está incluindo outros recipientes ocultos nas mensagens que troca comigo?”, diz a especialista ao Business Insider. É melhor deixar a lista de destinatários aberta ou, em último caso, mandar um e-mail específico para informar aquela pessoa sobre detalhes de uma conversa à qual tecnicamente não pertence.

6. Escrever mensagens longas demais
 Pesquisas já mostraram que as pessoas levam, em média, de 15 a 20 segundos para ler um e-mail. Um mapeamento do Nielsen Norman Group também revelou que o olhar se concentra nas primeiras palavras e frases do topo do e-mail, e o interesse vai diminuindo conforme o texto avança para baixo.

Se você deseja que a sua mensagem seja lida, é melhor que ela seja objetiva e sucinta. Outra dica é quebrar grandes blocos de texto em parágrafos menores, ou organizar suas ideias em tópicos enumerados. Recursos como o negrito e o itálico, se usados com moderação, também podem ajudar a compor uma mensagem mais palatável e convidativa.

7. Ter uma linguagem formal ou informal demais
 O tom de qualquer e-mail profissional deve refletir fielmente o grau de intimidade que você tem com o seu destinatário. Mas, por mais que você não o conheça tão bem, é preciso tomar cuidado para não parecer um robô. “É bom temperar as suas mensagens com um pouco de entusiasmo e personalidade”, diz Oliver.

Ao mesmo tempo, tudo tem limite: para Haefner, usar muitos pontos de exclamação, emoticons, cores ou fontes extravagantes pode ser visto como pouco profissional. A informalidade em excesso pode ser problemática especialmente se você está falando com uma pessoa de outra geração, que talvez esteja acostumada a um tom mais tradicional em diálogos por escrito.