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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

A Carteira Inteligente



Por fora, parece uma carteira de couro comum. Mas, por dentro, tem algumas funções inéditas – e bem interessantes.

Ela se chama Volterman e tem três versões: slim, comum e vertical, todas com os mesmos recursos. A carteira funciona como bateria portátil (com capacidade de 2.600 mAh, suficiente para recarregar o seu smartphone) e hotspot Wi-Fi (pois ela tem um chip 4G próprio, que acessa a internet no mundo inteiro). Também tem alarme Bluetooth, que manda um aviso para o seu celular se você esquecer a carteira em algum lugar. Se ela for roubada, você pode acionar um localizador GPS, que mostra onde a Volterman está, e a microcâmera embutida nela – a carteira tira fotos da cara do ladrão e manda para você. Ela pesa de 100 a 150 gramas, dependendo da versão, e vai custar de US$ 110 a US$ 175. O uso do GPS será grátis (a conexão 4G será cobrada, mas o valor ainda não foi divulgado).

Por Bruno Garattoni
Fonte:

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Sem caixas, sem filas, eis o supermercado do futuro.



Você talvez se lembre de um vídeo que a Amazon fez em dezembro de 2016 mostrando um projeto de loja sem funcionários e sem caixas eletrônicos. Hoje, de acordo com a Reuters, a Amazon inaugura uma versão real dessa loja, chamada de Amazon Go, na cidade de Seattle (EUA), dentro de um prédio da própria empresa. 

A loja usa câmeras e sensores para detectar os movimentos dos compradores e entender o que eles retiram das prateleiras (e o que eles colocam de volta). Com base nisso, ele sabe o que cada pessoa está comprando. Quando a pessoa sai da loja, a empresa cobra a compra do cartão de crédito que ela tem registrado sob seu nome na Amazon. O vídeo abaixo mostra o funcionamento da novidade:

Segundo a Reuters, funcionários da Amazon já podiam usar a loja desde dezembro de 2016. A expectativa era que ela ficasse aberta para o público em geral em 2017. No entanto, a empresa se deparou com uma série de problemas: por exemplo, os sensores confundiam pessoas parecidas quando elas entravam na loja, e acabavam cobrando a pessoa errada. Além disso, crianças também foram um desafio, já que elas acabavam trocando os produtos de lugar e confundindo os sensores.

Como funciona?

Para entrar na loja, a pessoa precisa ter o aplicativo da Amazon Go instalado no celular. O app gera um código QR que pode ser usado pela pessoa para abrir a catraca que dá acesso às prateleiras. A loja tem cerca de 167 metros quadrados de área, e logo na entrada ficam itens prontos para consumo, como sanduíches e bebidas. Mais para o fundo a produtos de mercearia, alimentos, bebidas alcólicas e itens de conveniência.

Quando a pessoa termina de pegar o que precisa, pode simplesmente sair por onde entrou que a Amazon cobra da conta dela exatamente os produtos que ela pegou - como a CBS aponta, isso elimina totalmente as filas do mercado. Para saber o que cada pessoa comprou, a loja usa uma combinação sofisticada de tecnologias como inteligência artificial e fusão de sensores.

Há câmeras nas prateleiras e no teto da loja que acompanham o movimento dos compradores. As prateleiras da loja também têm sensores de peso, para detectar melhor quando algum produto é removido ou acrescentado a elas. Cruzando os dados de movimentação de cada cliente com os dados de alteração de peso das prateleiras, a loja consegue entender o que cada pessoa comprou, e cobrá-la de maneira adequada.

Lojas do futuro

De acordo com a vice-presidente da Amazon Go, Gianna Puerini, foram necessários cerca de quatro anos de desenvolvimento de tecnologia antes de que a loja começasse a funcionar. "A tecnologia para isso não existia", disse ela em entrevista à Reuters. "Nós realmente avançamos o estado da arte de visão computacional e aprendizagem de máquina", considerou.

Não há planos, por enquanto, de criar outras lojas desse tipo em outros locais, segundo Puerini. A Amazon também comprou recentemente a rede de mercados Whole Foods por US$ 13 bilhões, mas disse que por enquanto não pretende incorporar essas tecnologias às lojas já funcionais da cadeia. 

Assista ao vídeo em: https://youtu.be/NrmMk1Myrxc

Por Gustavo Sumares 22/01/2018



terça-feira, 15 de março de 2016

Câmera da Polaroid imprime fotos instantâneas sem uso de tinta

As fotos digitais facilitaram a captura de momentos únicos, mas sempre trazem aquela preocupação de perda de dados e, consequentemente, da lembrança. A impressão instantânea de fotos volta como solução, principalmente com a nova câmera da Polaroid, que consegue materializar a imagem em segundos - e sem precisar de tinta.

A Snap, apresentada durante a IFA 2015 - uma grande feira de inovação em Berlim - usa uma tecnologia desenvolvida pela marca chamada ZINK. A técnica envolve um papel especial que carrega cristais nas cores amarela, magenta e cyan. Os sensores os ativam e criar uma camada de polímeros, que formam as imagens em 5 centímetros por 8 centímetros.


A Polaroid já havia apresentado a tecnologia no começo de 2015 com uma impressora de bolso que usava um aplicativo sincronizado com smartphones. A câmera, entretanto, funciona também como uma máquina digital: ela captura imagens em 10 megapixels e possui memória interna de 32 GB, expansíveis com cartão SD. 

Nos Estados Unidos, o gadget chega ao mercado no final do ano em quatro cores - branco, preto, vermelho e azul - custando US$ 99. O pacote com 50 papéis de impressão ZINK já está disponível para compra na Amazon por US$ 24,99.


POR REDAÇÃO GQ

terça-feira, 5 de maio de 2015

Câmera permite que cegos leiam sem saber braille


Um protótipo de câmera desenvolvido no laboratório do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) pode ajudar cegos que não sabem ler em braille.

A câmera, chamada FingerReader, fica acoplada sobre o dedo do usuário e possui uma série de sensores que "leem" o texto na página para o leitor. Enquanto o dedo do utilizador passa ao longo de uma linha de texto, ela gera o áudio correspondente em tempo real.

Segundo o CNET*, o dispositivo depende dos algoritmos associados à câmera. Quando o usuário coloca o dedo na página, no início de uma nova linha, estes algoritmos fazem diversas suposições sobre onde está linha de base do texto, com base na densidade - letras ascendentes e descendentes de um texto são menos densas do que a mediana.

"Você realmente precisa ter uma forte ligação entre o que a pessoa ouve e onde a ponta do dedo está", disse Roy Shilkrot, estudante de graduação do MIT, coautor no estudo junto ao estudante de pós-doutorado Jochen Huber. "Para os usuários com deficiência visual, esta é uma tradução. É algo que traduz o que quer que o dedo veja para áudio. Eles realmente precisam de um feedback rápido e em tempo real para manter esta conexão", afirmou.

O dispositivo também pode ajudar outras pessoas que não possuem deficiência visual, de acordo com Shilkrot. "Desde que começamos a trabalhar nisso, tornou-se óbvio para nós que quem precisa de ajuda com leitura também pode se beneficiar", disse ele. "Recebemos muitos e-mails e pedidos de organizações, mas também de pais de crianças com dislexia, por exemplo".

Para o protótipo, o FingerReader foi ligado a um laptop sobre os quais estes cálculos foram feitos, mas a equipe de pesquisadores agora está desenvolvendo uma versão do software de código aberto que poderá ser executada em telefones com Android.

Por Karen Carneti - INFO Online