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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Impressora 3D imprime calçados com apenas fotos do pé do usuário


As impressoras 3D prometem facilitar a produção de itens personalizados. Esse é o caso da startup Wiivv que utiliza uma impressora 3D para moldar palmilhas e calçados de acordo com o formato do pé do usuário. 

Através de um aplicativo, o cliente pode medir os próprios pés apenas tirando algumas fotos deles. O sistema, então, usa os dados para criar um modelo do pé e imprime uma palmilha adaptada.

A empresa já oferece esse serviço há mais de um ano, mas agora lançou uma campanha no Kickstarte para poderem imprimir os calçados inteiros.

A ideia é a mesma, mas ao invés de apenas encomendar a palmilha, o cliente também terá a possibilidade de encomendar o sapato completo.

Por Juliana Américo

terça-feira, 15 de março de 2016

Câmera da Polaroid imprime fotos instantâneas sem uso de tinta

As fotos digitais facilitaram a captura de momentos únicos, mas sempre trazem aquela preocupação de perda de dados e, consequentemente, da lembrança. A impressão instantânea de fotos volta como solução, principalmente com a nova câmera da Polaroid, que consegue materializar a imagem em segundos - e sem precisar de tinta.

A Snap, apresentada durante a IFA 2015 - uma grande feira de inovação em Berlim - usa uma tecnologia desenvolvida pela marca chamada ZINK. A técnica envolve um papel especial que carrega cristais nas cores amarela, magenta e cyan. Os sensores os ativam e criar uma camada de polímeros, que formam as imagens em 5 centímetros por 8 centímetros.


A Polaroid já havia apresentado a tecnologia no começo de 2015 com uma impressora de bolso que usava um aplicativo sincronizado com smartphones. A câmera, entretanto, funciona também como uma máquina digital: ela captura imagens em 10 megapixels e possui memória interna de 32 GB, expansíveis com cartão SD. 

Nos Estados Unidos, o gadget chega ao mercado no final do ano em quatro cores - branco, preto, vermelho e azul - custando US$ 99. O pacote com 50 papéis de impressão ZINK já está disponível para compra na Amazon por US$ 24,99.


POR REDAÇÃO GQ

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Impressora 3D faz desenhos na espuma do café


Empreendedores norte-americanos criaram uma tecnologia capaz de reproduzir desenhos detalhados na superfície do café.

A impressora 3D chamada ‘Ripple Maker’ vem acompanhada de um aplicativo para smartphone que permite que os usuários escolham uma imagem pré-programada ou produza imagem nova, a partir de fotos ou desenhos.

Assista o vídeo abaixo e saiba mais:


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Impressão colorida sem tinta?!

Redação Olhar Digital

Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Missouri, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica capaz de imprimir imagens coloridas usando a luz no lugar da tinta tradicional. 

A tecnologia se baseia na construção de pequenas estruturas que interagem com a luz e criam efeitos de cores e usa materiais de engenharia conhecidos como metamateriais, os mesmos usados na construção de capas de invisibilidade.

Em vez de usar a tinta, os pesquisadores fizeram furos bastante pequenos em uma estrutura feita de duas películas finas de prata separadas por uma película de sílica, em uma espécie de sanduíche. Para criar uma imagem colorida com as paletas de cores em nanoescala, os pesquisadores substituíram áreas na imagem original com diferentes nanoestruturas com tamanhos de furos específicos para representar várias cores visíveis.

"Ao contrário do processo de impressão de uma impressora jato de tinta ou laser, onde são misturados pigmentos de múltiplas cores, não há nenhuma tinta colorida no nosso processo de impressão estrutural - apenas diferentes tamanhos de buracos sobre uma fina camada metálica," afirma o responsável pelo projeto Gao Jie.

A equipe acredita que a coloração que usa a técnica pode oferecer uma resolução de impressão muito maior do que a impressão a cores convencional. Os resultados foram publicados recentemente na revista Scientific Reports.

Via Discovery

sábado, 8 de novembro de 2014

Garoto de 13 anos cria impressora de braile a partir de peças de Lego


Um adolescente de 13 anos da Califórnia nos Estados Unidos, desenvolveu uma impressora de braile - sistema de leitura pelo tato usado por deficientes visuais - e obteve financiamento da empresa Intel para levar a invenção para o mercado.

A Intel não revelou a quantia que está sendo dada a Shubham Banerjee, mas a agência de notícias Reuters afirmou que a soma gira em torno "de algumas centenas de milhares de dólares".
O adolescente chamou a atenção depois de apresentar, na Casa Branca, um protótipo da impressora de braile feito com blocos de Lego, quando tinha apenas 12 anos.
Até o momento, a companhia de Banerjee, a Braigo Labs, contava apenas com um capital de US$ 35 mil, dado pelos pais do adolescente, para transformar o que originalmente era um projeto para a feira de ciências da escola em uma start up do Vale do Silício.
Além de Lego, o protótipo continha peças compradas em uma loja de material de construção.
Os usuários usavam um teclado acoplado à impressora para digitar o texto, e a máquina o convertia para braile em um rolo de papel.
A invenção rendeu vários prêmios a Banerjee e a participação na feira Maker Faire, realizada na Casa Branca, em Washington, com a presença do presidente Barack Obama.
Peças 3D
Desde a participação na feira em Washington, Banerjee aperfeiçoou a invenção, usando um chip barato da Intel, o Edison, e peças fabricadas em uma impressora 3D.
A nova versão "consome menos energia e permite, no futuro, o uso de baterias em lugares remotos do mundo", disse Banerjee em setembro, quando mostrou seu projeto em um evento da Intel.
"As habilidades do (chip) Edison me possibilitaram criar uma série de usos que eu não tinha previsto. Por exemplo: quando acordamos, vemos as notícias em nossos smartphones. Com o chip, dá para programar (a impressora) de forma que as manchetes da CNN sejam impressas automaticamente todas as manhãs", disse.
Sua expectativa é a de que o modelo comercial, se produzido em massa, seja vendido por cerca de US$ 350 (cerca de R$ 880), mais barato do que as impressoras de braile existentes no mercado.
Apesar do sucesso precoce - Banerjee é um dos mais jovens empreendedores de tecnologia de que se tem notícia -, ele não vai se dedicar integralmente ao projeto por enquanto.
"É algo que faço depois da escola", disse ele à Reuters.

Imagem: Reuters

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Impressão 3D





Você já deve ter ouvido falar sobre impressoras 3D, mas provavelmente ainda não tem uma em casa. Entusiastas garantem, no entanto, que isso vai mudar em breve: essas máquinas estão se popularizando e promovendo mudanças profundas no mercado ao oferecer uma escolha entre produção em massa e customização, entre indústria e manufatura. Mais do que isso: a impressão 3D estreita a fronteira entre virtual e físico, mundo digital e mundo real.

O setor está deixando de ser apenas um hobby de poucos para se expandir a um mercado corporativo amplo, que engloba desde quem deseja apenas experimentar o que uma impressora 3D pode fazer até aqueles que desenvolvem produtos bastante específicos. O foco ainda são os consumidores – devido, principalmente, à capacidade de personalização dessas máquinas, mas também à sua baixa disseminação até 2012.

Nos últimos anos, alto preço e dificuldade de manuseio afastavam os interessados, mas isso está mudando. Com alguns dos últimos modelos, criar o produto que você quiser é apenas uma questão de gerar (ou baixar) um modelo de design virtual; modificá-lo, se for preciso, para adequar o objeto ao seu gosto, e então enviar o arquivo para ser impresso. Tão fácil quando imprimir uma foto. É como mágica.

Assista ao vídeo de um modelo para uso doméstico:


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Hershey’s anuncia parceria para impressora de chocolate em 3D

Monica Campi, de INFO Online


Um sonho de muitos está mais próximo da realidade. A 3D Systems e a Hershey’s anunciaram uma parceria para desenvolver uma impressora 3D para produção de chocolates e outros produtos comestíveis.
Embora a impressão de doces não seja exatamente uma novidade - a própria 3D Systems apresentou na CES deste ano a ChefJet, que imprime doces coloridos - a Hershey’s é a primeira grande empresa do setor alimentício a entrar para este mercado.
Em comunicado, a 3D Systems afirma que fabricar impressoras que podem imprimir chocolate é uma boa forma de evidenciar esta nova tecnologia. Já a Hershey’s vê a parceria como uma solução logística para seus produtos. 
Porém, as empresas devem desenvolver melhor a ideia e ainda não há detalhes de quando o dispositivo estará disponível e quanto irá custar. Mas para efeito de comparação, a ChefJet chega este ano ao mercado e tem preços que variam de 5 mil a 10 mil dólares.

domingo, 12 de dezembro de 2010

O que você precisa saber antes de comprar uma impressora


SÉRGIO VINÍCIUS||Para o UOL Tecnologia

Atualmente, a diferença de preço entre uma impressora comum doméstica e uma multifuncional (que, além de imprimir páginas, ainda escaneia documentos e tira cópias) é cerca de R$ 80. A primeira custa, em média, R$ 120. A segunda, R$ 200. Os valores são tão próximos que, sem muita procura, é possível encontrar equipamentos domésticos que somente imprimem até mesmo mais caros do que essas máquinas que também copiam e escaneiam.
Veja o que você deve considerar antes de comprar uma impressora:
Simples ou completa?
Então, antes de sair de casa, o interessado deve responder à pergunta: o que ele realmente precisa? Se a pessoa já tem em casa um scanner em boas condições, logo, a tendência é que compre uma impressora. Caso ache que realmente não precisará digitalizar documentos ou realizar cópias de papéis já impressos, a alternativa mais simples ganha a frente novamente. Do contrário, mesmo pela questão monetária, a multifuncional é o equipamento ideal.
“Se a pessoa pensar quais serão as aplicações que usará, se souber o que pretenderá com o eletrônico, já sai de casa com um ou outro na cabeça”, diz Gino Gammarota, da Elgin Info, empresa que distribui impressoras Canon. “Feita a primeira escolha, é hora de passar para a fase seguinte, que é escolher o modelo de impressora ou de multifuncional de acordo com as características que mais agradam.”
A maior parte das multifuncionais é vendida com softwares que ajudam o usuário a gerenciar o scanner e a máquina. Trata-se de um diferencial que pode ser observado no momento de optar por esse ou aquele modelo.
Especificações
Do ponto de vista da impressão de documentos, se o usuário não exigir grande desempenho da máquina, equipamentos que fazem o trabalho a uma velocidade em torno de 20 páginas por minutos (ppm) dão conta do recado.
Por motivos monetários e de custo-benefício, o indicado para usuários domésticos, de acordo com os entrevistados pelo UOL Tecnologia, são máquinas “movidas” a jato de tinta. Impressoras a laser, geralmente adotadas em ambiente profissional, são mais caras (média de R$ 400), assim como sua manutenção. O toner sai por volta de R$ 200, mas sua vida útil é bem maior. Cartuchos originais. Os cartuchos originais de tinta podem custar a partir de R$ 18, de acordo com o fabricante e com o modelo da impressora.
“Como tudo depende do uso que a pessoa fará, não há uma receita para escolher o equipamento. Mas para o usuário de pequeno porte, quanto mais simples, melhor. A principal dica, que independe do caso, é optar sempre por máquinas de empresas conhecidas”, diz Rosane Coutinho, gerente de produto da SND, que distribui produtos da Epson. “Impressoras e multifuncionais são o tipo de máquina que, se for dar problema, dá na hora. Se depois de instalada funcionar, ele terá um produto que dura anos com o mínimo de manutenção.”
Conexões
Há no mercado algumas multifuncionais e impressoras com suporte à tecnologia Wi-Fi (internet sem fio). Pode ser uma opção viável para usuários que irão compartilhar o equipamento com o restante da família ou que precisam de mobilidade. Com essa alternativa, não é necessário usar um computador como servidor (e cabos nele conectados), para quando for necessária uma impressão.
Outro item para ficar atento, mas que dificilmente o usuário encontrará na caixa do equipamento, é um cabo USB para ligar a impressora ao computador. A maior parte dos fabricantes não o distribui com o aparelho, forçando o usuário adquiri-lo separadamente. Em alguns casos, a loja que vende o equipamento dá como “brinde” o cabo. Mas, se não for o caso, separe mais uns R$ 3 para comprá-lo.
Cartuchos oficiais
Uma vez escolhida a multifuncional ou a impressora, é hora de mantê-la funcionando. E para que as impressões funcionem, é necessário alimentar o equipamento com cartuchos de tinta ou toner, se a escolha for laser. Os preços e modelos variam muito, de acordo com o fabricante e o “tipo” da tecnologia que traz a tinta.
No mercado, há quatro tipo de cartuchos: os oficiais, da mesma marca das impressoras (de suas fabricantes), os compatíveis (fabricados por outras empresas, mas que servem nas impressoras das grandes empresas), os remanufaturas ou recondicionados (a partir do cartucho vazio, que levam carga de tinta extra) e os falsificados (imitam os originais, mas são fabricados de forma escusa).
Pode parecer óbvio, mas distribuidores oficiais e fabricantes dão a mesmo dica quando o assunto é jato de tinta: somente trocá-los por outros oficiais. Nada de compatíveis ou recarregáveis. “Como nunca se sabe de onde vemos genéricos, pode ser que a impressão saia ruim ou vaze a tinta e estrague o equipamento”, diz Rosane, da SND. “Se isso ocorre, se o contratempo foi causado por um material estranho, as fabricantes entendem que foi problema de manutenção e isso caberia ao consumidor resolver. É um caso de pirataria.”
De acordo com os distribuidores entrevistados, o preço que se paga por um cartucho recarregável não compensa a longo prazo. Além de poder danificar a impressora, ele possivelmente gasta mais tinta do que sua versão “oficial”. “O custo final de todo um processo de impressão pode sair muito, muito mais caro, com gasto excessivo de tinta ou quebra da multifuncional, graças a uma peça adulterada”, comenta Gammarota.
Cartuchos recondicionados
De acordo com dados da Abreci (Associação Brasileira de Recondicionadores de Cartuchos para Impressoras), um cartucho recondicionado custa de 60% a até 80% menos do que um original. Essas alternativas mais econômicas podem ser recarregadas, em média, seis vezes sem apresentar problemas caso o processo seja bem feito, ainda segundo a Abreci. Embora não haja um estudo sobre o assunto, a associação estima que 20% do mercado brasileiro seja movimentado por essa alternativa aos cartuchos oficiais.
“Se o serviço for mal feito, é possível que o produto remanufaturado realmente estrague a impressora ou multifuncional”, diz Cássio Rodrigues, colaborador da Abreci, que ministra palestras pelo país sobre recondicionamento. “Há diferença em recarregar e remanufaturar. No remanufaturamento, há um cuidado com o invólucro, com as espumas, com a saída da tinta. Recarregar é somente o ato de preencher com tinta e, isso sim, não é indicado.”
Aindade acordo com Rodrigues, é possível ao usuário saber se está comprando um cartucho desses de boa qualidade. Basta ter bom senso. Chegar ao ponto de venda e analisar como é a loja, se é reconhecida e confiável, é um bom começo. O nome e as informações sobre a companhia que “renovou” o cartucho são mais um motivo para dar voto de confiança. Por fim, se o vendedor ou a loja derem garantia sobre o produto, é sinal de que ele pode mesmo ser à prova de problemas.
“Claro que nunca há 100% de certeza. Mas há lojas que garantem trocar ou reparar a impressora, caso o problema dela tenha começado a aparecer por conta do cartucho remanufaturado”, conta Rodrigues. “Já cheguei em pontos de venda e vi o atendente com um tipo de cinto de utilidades, como do Batman, com tintas, cartuchos e uma espécie de seringa. Chegava o cliente, ele colocava a tinta no cartucho na hora e entregava.” Obviamente, isso é o tipo de coisa que é completamente errada. À prova de acertos.
Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/guia-produtos/impressoras/2010/12/11/guia-o-que-voce-precisa-saber-antes-de-comprar-uma-impressora.jhtm
Imagem: GettyImages