segunda-feira, 30 de maio de 2016

Zenbo, o robô doméstico da Asus


A Asus revelou nesta segunda-feira (30) durante a Computex, feira de tecnologia que acontece em Taiwan, um pequeno robô doméstico com o preço inicial de US$ 599.

Batizado de Zenbo, a Asus o descreveu como um assistente pessoal que pode auxiliar familiares idosos ou ler histórias para crianças. 

O robô conta com 60 cm de altura e se movimenta através de rodas, possui uma tela que revela seu rosto animado ou pode ser usada para outras coisas como fazer videoconferências e ver filmes. 

Jonney Shih, presidente da Asus, demonstrou o Zenbo durante conferência para a imprensa dando a ele comandos de voz e fazendo perguntas. 

“Hey Zenbo, é verdade que você consegue tirar fotos?”, perguntou o executivo. 

“Sim, eu consigo tirar fotos”, replicou o robô. 

Então, Shih pediu para Zenbo tirar uma foto sua com o público. Ele se posicionou no palco e rolou para tirar sua imagem. Foi uma demonstração impressionante, já que o robô aparentemente não estava sendo controlado remotamente a partir dos bastidores. 

A companhia não deu informações de quando o Zenbo chegará oficialmente ao mercado e um representante informou que a Asus não conta com uma data de lançamento ainda e, primeiramente, quer que desenvolvedores se cadastrem para um kit de software que permitirá que eles desenvolvam aplicações para o robô.

No entanto, o Zenbo já parece estar pronto para fazer muitas coisas.

Grande parte da demonstração do robô o defendeu com o objetivo de cuidar de idosos, algo que pode ser especialmente popular em países próximos como o Japão, que tem tido dificuldades com uma população em envelhecimento. O Zenbo “ajuda a suprir a lacuna digital que existe entre as gerações” ao permitir que idosos façam vídeo conferências e usem redes sociais com comandos de voz simples, disse a Asus. Ele também consegue se conectar com uma pulseira inteligente e alertar familiares por meio de um aplicativo de smartphone caso o idoso sofra uma queda, por exemplo.

Não é algo que nenhum robô já não tenha feito antes, mas impressiona o fato de que a Asus ofertará o acessório com tais recursos pelo preço de um PC.

O robô ainda conseguirá reduzir a iluminação, desligar a TV e controlar outros recursos para a casa, segundo Shih, apesar de ele não ter dito quais padrões de tecnologia ele suportará ou como o robô fará isso. 

Na verdade, a Asus não forneceu quase nenhum detalhe técnico do robô. Depois da demonstração, Shih recebeu um executivo da Intel, o que sugere que a Intel tenha algum envolvimento no desenvolvimento do Zenbo.

Você pode ver o Zenbo em ação em http://zenbo.asus.com/

Por James Niccolai, IDG News Service


sábado, 14 de maio de 2016

Google quer mudar a forma como tiram sangue de nós - e sem agulha!



Quando se fala que as empresas de tecnologia estão cada vez mais engajadas na área médica, não é por algo desse tipo que as pessoas geralmente esperam. Em uma nova patente registrada junto às autoridades competentes nos Estados Unidos, o Google apresenta um dispositivo que seria capaz de extrair o sangue de pacientes sem a utilização de agulhas e que utilizaria tecnologias já existentes para realizar exames à distância. A partir de um equipamento semelhante a um smartwatch, ou apenas um dispositivo encaixado na ponta dos dedos, a ideia é que a obtenção da amostra aconteça de forma rápida e pouco incômoda. Em vez de agulha, o sistema utiliza um cilindro com gás sob pressão, com uma micropartícula que perfura a pele. Ao detectar a liberação do sangue, tudo isso é sugado de volta para dentro do aparelho para análise.  



Tudo parece depender, claro, do foco de cada um dos dispositivos. Enquanto a peça individual poderia estar presente em clínicas ou hospitais, o dispositivo vestível estaria constantemente no pulso de pacientes realizando testes periódicos. Em ambos os casos, os resultados seriam enviados pela internet para médicos, que, como já foi demonstrado inúmeras vezes, poderiam ter acesso mais rápido e remoto a prontuários e diagnósticos.

Uma das possibilidades citadas pela patente é a utilização da tecnologia em exames de diabetes, com a análise dos níveis de glicose acontecendo rapidamente e em tempo real. Isso representaria, inclusive, uma continuidade de projetos já em andamento pelo Google, que como parte de sua divisão de “Ciências da Vida” também trabalha em lentes de contato capazes de detectar os níveis de açúcar e um curativo conectado com esse tipo de capacidade. Como toda patente, trata-se apenas de uma tecnologia em desenvolvimento, e, no caso dessa, ainda nem foi efetivamente concedida ao Google. O registro de invenções desse tipo nem sempre resulta no lançamento de produtos, mas é bastante possível que o aparelho acabe chegando ao mercado, mesmo que não exatamente da maneira descrita no documento. 

Fonte: US Patent and Trademark Office

Matéria completa:

terça-feira, 15 de março de 2016

Câmera da Polaroid imprime fotos instantâneas sem uso de tinta

As fotos digitais facilitaram a captura de momentos únicos, mas sempre trazem aquela preocupação de perda de dados e, consequentemente, da lembrança. A impressão instantânea de fotos volta como solução, principalmente com a nova câmera da Polaroid, que consegue materializar a imagem em segundos - e sem precisar de tinta.

A Snap, apresentada durante a IFA 2015 - uma grande feira de inovação em Berlim - usa uma tecnologia desenvolvida pela marca chamada ZINK. A técnica envolve um papel especial que carrega cristais nas cores amarela, magenta e cyan. Os sensores os ativam e criar uma camada de polímeros, que formam as imagens em 5 centímetros por 8 centímetros.


A Polaroid já havia apresentado a tecnologia no começo de 2015 com uma impressora de bolso que usava um aplicativo sincronizado com smartphones. A câmera, entretanto, funciona também como uma máquina digital: ela captura imagens em 10 megapixels e possui memória interna de 32 GB, expansíveis com cartão SD. 

Nos Estados Unidos, o gadget chega ao mercado no final do ano em quatro cores - branco, preto, vermelho e azul - custando US$ 99. O pacote com 50 papéis de impressão ZINK já está disponível para compra na Amazon por US$ 24,99.


POR REDAÇÃO GQ

segunda-feira, 7 de março de 2016

Morre Raymond Tomlinson, o "pai" do e-mail


Raymond Tomlinson, o "pai" do e-mail, faleceu aos 74 anos de idade na manhã de sábado, dia 5 de março de 2016. Suspeita-se que sua morte tenha sido causada por um ataque do coração. Ele deixa "orfãos" os 1,5 bilhões de usuários de e-mail.

Tomlinson ganhou notoriedade e fama no mundo da tecnologia 45 anos atrás, em 1971. Nessa época, ele era um engenheiro de pesquisa e desenvolvimento na empresa Bolt Beranek e Newman. Lá, ele inventou uma maneira de transmitir imagens entre computadores - que hoje conhecemos como e-mails - usando o protocolo ARPANET, uma rede de troca de pacotes antiga que foi uma das pedras fundamentais da internet.

Além de ter desenvolvido a estrutura técnica que permitia o envio e recebimento de mensagens entre computadores, Tomlinson também foi responsável por dar a essas mensagens o formato que conhecemos hoje em dia. Os campos padrões de remetente, destinatário e "assunto" foram criados por ele. 

Por essas contribuições, ele foi introduzido ao Hall da Fama da Internet em 2012, ao lado de outras figuras importantes como Linus Torvald (inventor do Linux) e Tim Berners-Lee (o "pai da internet").

Tomlinson também foi o responsável por resgatar um símbolo que atualmente estamos acostumados a ver, mas que era raríssimo em 1971: a arroba (@). Foi ele que determinou que esse símbolo deveria ser usado para separar o nome do usuário do nome do hospedeiro.

A origem do símbolo ainda é debatida. Alguns linguistas acreditam que ele foi criado por volta do século VI como uma abreviação da palavra latina para "em" ou "em direção a". Em português, ele tem o nome de "arroba" porque era usado como abreviação para essa palavra, que significa uma medida de peso de aproximadamente 15kg, que era usada para medir o peso de bois no comércio. 

Na época de sua incorporação aos e-mails, o símbolo era usado majoritariamente em contabilidade, para juntar o número de um item vendido ao seu preço (por exemplo, 25 sapatos @ 30 reais). Em inglês, ele é lido como "at" - uma preposição semelhante à nossa "em" - o que ajudou a criar a ideia da internet como um lugar físico em que se poderia estar, e ao qual se poderia enviar mensagens.

Por ser um símbolo de uso relativamente restrito até a popularização dos e-mails, ele possui uma série de nomes populares. Na China, ele é conhecido como "ratinho"; em armênio, ele é chamado de "cachorrinho",; em grego, de "patinho"; em esloveno e polonês, de "macaco" e, em galês, de "lesma". 

Atualmente, ele também é usado em português para expressar neutralidade de gênero, ou para se referir aos dois gêneros simultaneamente e linguagem escrita (por exemplo, "amig@s bonit@s"). Tomlinson, em grande parte, é responsável pela popularização desse símbolo (e, portanto, desses usos) em nossa cultura.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Impressões cerebrais podem substituir senhas no futuro


Uma nova tecnologia desenvolvida pela Universidade de Binghamton em Nova York, nos Estados Unidos, permite identificar pessoas segundo as respostas cerebrais delas a certos estímulos. Chamada de "brainprint", ela poderia ser usada para substituir senhas em casos de segurança de alto nível.

Para criar uma "impressão cerebral" das pessoas, a equipe de pesquisa, liderada pelos professores Sarah Laszlo e Zhanpeng Jin, expõe indivíduos a uma série de 500 imagens escolhidas para provocar detrminadas reações em seus cérebros. Cada imagem é exposta por apenas meio segundo, e as respostas cerebrais dos indivíduos é gravada por meio de eletrodos.

Em seguida, os indivíduos podem ser identificados com base em seu padrão de reação cerebral às mesmas imagens. No artigo originalmente publicado pelos pesquisadores, eles foram capazes de identificar uma pessoa num grupo de 32 pessoas com 97% de precisão, e, em grupos de 30, com precisão total.

Inviolável

Se for utilizado como forma de acesso a locais, materiais ou informações, o "brainprint" é mais preciso do que outras formas de identificação biométrica (como impressões digitais ou escaneamento de retina). Isso porque as "impressões cerebrais" dos usuários não podem ser roubadas como, em casos extremos, os dedos ou olhos podem.

Além disso, segundo Laszlo, o sistema também não funcionaria se uma pessoa fosse ameaçada ou coagida a utilizá-lo. "Se você ameaça alguém com violência, por exemplo, isso deixa a pessoa estressada", disse Jin à revista da universidade, "e quando você está estressado, a sua atividade cerebral muda de maneira bastante dramática", completa.

Outra vantagem do método é que, no improvável caso de uma impressão cerebral ser roubada, ela pode ser simplesmente ser cancelada e refeita. Métodos tradicionais de biometria, por sua vez, não podem ser refeitos caso algum dia sejam hackeados.

Segurança de alto nível

Como a tecnologia leva algum tempo para ser elaborada e verificada, e exige equipamentos como eletrodos, é improvável que ela chegue a smartphones, por exemplo. No entanto, os pesquisadores veem nela uma alternativa confiável para situações de segurança de alto nível, como para entrar em locais aos que poucas pessoas têm acesso.

Alguns dos locais em que os pesquisadores vêem aplicações práticas para a tecnologia são centros de pesquisa militar, locais que guardam informações sigilosas e senhas de acesso para dados restritos.  

Por Gustavo Sumares

sábado, 16 de janeiro de 2016

David Bowie já teve um provedor de internet


David Bowie, o camaleão do rock. Conhecido justamente pela sua música, poucos lembram de suas outras empreitadas, que já chegaram até mesmo à área da tecnologia. O artista, que morreu no domingo, 10/01/16, aos 69 anos, foi um dos que acreditou no princípio da internet comercial nos anos 1990, criando seu próprio provedor de internet.

Em 1998, o serviço entrou em vigor. A BowieNet foi lançada nos Estados Unidos e no Reino Unido, numa época em que era muito mais fácil oferecer serviços de internet, bastando vender a conexão para qualquer um com uma linha telefônica. Por US$ 19,95 ou 10 libras por mês, usuários teriam acesso à internet por meio do serviço de Bowie.

Os assinantes recebiam uma série de vantagens: uma home page customizável, um endereço de e-mail @davidbowie.com, acesso a salas de bate-papos, grupos de discussões, jogos multiplayer, além de 5 megabytes de de hospedagem para que eles pudessem criar suas próprias páginas na World Wide Web.

Como foi tradição na década, os clientes também recebiam CDs para instalar o Internet Explorer customizado para o endereço davidbowie.com, mas também havia liberdade para que fosse usado o Netscape, se os assinantes assim preferissem.

A BowieNet, no entanto, também tinha outra função, que apelava um pouco mais para os fãs do artista. Ela era um fã-clube, que dava acesso a vídeos ao vivo do estúdio. Este conteúdo também estava disponível para assinatura por US$ 5,95 por mês para quem não queria trocar de provedor.

Durante o pico da BowieNet, foram 100 mil clientes, afirma Ron Roy, que ajudou Bowie a começar o negócio. Ele explica que o artista sempre foi muito envolvido no design da BowieNet, em vez de apenas emprestar seu nome para o negócio.

Com o passar dos anos, a BowieNet deixou de ser uma provedora de internet, quando as pessoas começaram a abandonar a conexão discada para abraçar a banda larga. Foi quando o serviço se tornou um fã-clube mais convencional, sem a peculiaridade do acesso à rede.

Por RENATO SANTINO
Imagem: Reprodução 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Boas Festas!


O que podemos desejar aos amigos neste mundo tão conturbado?

PAZ, SAÚDE e PROSPERIDADE.

Creio que são os mais preciosos presentes atualmente. E espero que assim seja.
Um feliz Natal, um Ano Novo iluminado e um Mundo melhor para todos.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Cientistas criam luva robótica que ajuda cegos a 'enxergar' com as mãos


É comum que pessoas com algum tipo de deficiência visual utilizem as mãos para sentir e imaginar formatos, texturas e sensações de objetos que não podem enxergar. Um projeto de duas universidades americanas quer potencializar essa habilidade.

Cientistas da Universidade de Arkansas e da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, desenvolvem uma espécie de "luva robótica", coberta por câmeras, sensores de temperatura e pequenos microfones, que poderá fazer com que pessoas cegas possam compreender melhor os mais diversos objetos.

 Os sensores visuais podem notificar o usuário da localização e formato de um objeto, e os sensores de proximidade entram em ação quando a mão se aproxima. Assim, a pessoa consegue entender melhor o que ela vai pegar antes mesmo de enconstar no objeto, permitindo que mesmo aqueles com problemas de visão possam ter a independência de pegar coisas e manipulá-las. 

Trata-se de um dispositivo que será capaz de assumir a forma da mão do usuário, deixando livres algumas áreas importantes para o funcionamento das câmeras e sensores. "Será mais simples do que uma luva, e menos obstrutiva", disse Yantao Shen, chefe do desenvolvimento do projeto.

Segundo ele, a invenção ajudará não apenas deficientes visuais, mas também promoverá o avanço de tecnologias vestíveis e a autonomia de robôs. Ainda não há data para que o dispositivo seja testado ou levado ao público.

Por Redação Olhar Digital 
Foto: Divulgação

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Beethoven ganha Doodle incrível do Google com jogo de música

Ludwig van Beethoven faria 245 anos nesta quinta-feira (17). Em comemoração ao que seria o 245º aniversário do músico e compositor nascido em 1770, o buscador prestou uma bela homenagem com um Doodle do Google. Trata-se de um jogo para navegador, em que o jovem Beethoven perde suas partituras das formas mais curiosas. É nosso objetivo juntar as partes na ordem correta para que a canção seja executada como foi composta.

O internauta precisar acertar um quebra-cabeças de partituras perdidas na ordem correta e formar trechos de música clássica. Para completar as lacunas, basta ouvir os trechos e organizar corretamente.

Ludwig Van Beethoven, ou simplesmente Beethoven, foi um compositor alemão que viveu no século XVIII. Quase meio século depois de seu nascimento, sua obra continua imortalizada, sendo estudada e reproduzida ao redor do globo.

Imagem: Reprodução/Google

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Dicas de Etiqueta no Facebook


Aí vão algumas dicas de etiqueta no Facebook colhidas na internet:

1. NÃO PEÇA LIKES

Pare de perder tempo pedindo que as pessoas curtam suas publicações. Preocupe-se em divulgar conteúdos de qualidade e isso acontecerá de maneira natural. Se você pensar bem sobre isso, um “curtir” é uma ação vazia, a maneira mais simples de engajamento. Implorar por curtidas é algo barato e tira o valor que suas publicações deveriam ter inicialmente.

2. NÃO PUBLIQUE DEMAIS

Se você exagerar no número de publicações, as pessoas que seguem você vão acabar escondendo o seu conteúdo, se desvinculando da sua conta ou mesmo bloqueando ou deletando você da lista de amigos. É claro que você pode publicar o que quiser na sua página e repetir o assunto quantas vezes quiser. Mas não reclame quando seus amigos deixarem de segui-lo.

3. PUBLICAÇÕES LONGAS GERALMENTE CAUSAM ARREPENDIMENTO

Não importa sobre o que sejam, geralmente publicações longas repelem pessoas. Para piorar as coisas, são esses tipos de publicação que mais causam arrependimento, e muita gente acaba optando por deletá-lo depois de algum tempo.  Embora a prática não configure nenhum crime, ela gera desconfiança principalmente em quem retorna ao seu perfil para conferir o que ficou faltando ler e acaba descobrindo que aquilo não existe mais. Se você tem dúvidas sobre se esse conteúdo do tipo "querido diário" lhe causará arrependimento, então nem pense em publicá-lo. E nunca se esqueça: há sempre alguém que pode ter tirado uma screenshot do que você escreveu e depois sair mostrando para todo mundo. Fique esperto! 

4. POSTAR CORRENTES E SAIR MARCANDO TODO MUNDO

No facebook há correntes de tudo quanto é tipo. É a tia religiosa que marca todo mundo na foto do anjo, é o amigo baladeiro que quer um convite de graça para a balada e sai marcando todo mundo no flyer, é o outro que recebeu uma corrente e precisa passar para os outros para não ter azar por 30 anos. É importante ter bom senso e não marcar, por exemplo, aquele amigo roqueiro em um card de show de pagode. Se possível não faça correntes, se for fazer selecione bem as pessoas interessadas naquilo.
Repetições excessivas podem fazer com que você seja tachado como chato ou sem opinião, além de entupir a página de seus amigos. Antes de repassar um conteúdo, verifique se você realmente gostaria de ter seu nome associado a ele.

5. MARCAR AMIGOS EM FOTOS SEM ANTES PERGUNTAR

Muitas vezes as pessoas marcam os amigos em fotos e esses se encontram em uma situação constrangedora. Não custa mandar a foto via chat (antes) e perguntar se você pode postar a foto e marcá-lo. Com certeza evita aborrecimentos, zoações, e até a um ruptura da amizade. Há formas de ajustar as configurações de privacidade (mas às vezes a pessoa pode não saber como fazer), e pedir autorização para marcar a foto com certeza será uma grande gentileza.

6. USE O MÍNIMO POSSÍVEL DE HASHTAGS

Embora o recurso de hashtags tenha sido ativado recentemente no Facebook, aqui vale a mesma regra do Twitter: não transforme qualquer palavra em uma hashtag. O objetivo da ferramenta é reunir publicações com a mesma marcação, portanto, deixe-a apenas para palavras estratégicas e relevantes.

7. TENHA LIMITES PARA A AUTOPROMOÇÃO

Seus perfis nas redes sociais são ideais para se promover e criar uma imagem favorável no mercado de trabalho, no mundo acadêmico e onde mais você desejar. Mas tudo deve ter limites. Não faça do seu perfil no Facebook um currículo virtual ou uma vitrine das suas qualidades. Mostre o essencial, o restante você deve provar em ocasiões reais, quanto estiver frente a frente com o recrutador, por exemplo.
Evite tirar selfies todos os dias.  As selfies se tornaram uma febre tão grande que estudos recentes apontam que sua prática pode até mesmo destruir nossa memória. Independentemente disso, se você é um executivo de importância de sua empresa, nem pense em sacar seu smartphone para publicar autorretratos todos os dias.  De acordo com Mary C. Long, Chief Ghost da Digital Media Ghost, a prática na certa levará os mais descuidados à demissão. Pense que você tem uma imagem a preservar e tirar selfies todos os dias certamente não te ajudará com isso. 

8. ENVIAR SOLICITAÇÕES DE JOGOS 

É o tipo de reclamação mais comum, pessoas que não aguentam mais receber solicitações de jogos. E cá entre nós, realmente é muito chato. Muitos contatos podem vir a te deletar por causa das solicitações. O melhor mesmo é começar a ver quais amigos jogam os joguinhos e mandar somente para esses.

9. MANDAR RECADO

Utilize o chat e o sistema de mensagens privadas do Facebook para enviar uma mensagem de caráter pessoal, afinal, ninguém precisa saber de seus assuntos pessoais.

10. ASSUNTOS POLÊMICOS

A diversidade cultural e social no Facebook é muito grande, então é preciso tomar cuidado ao expressar uma opinião sobre assuntos polêmicos como religião, política e sexualidade. O interlocutor pode se sentir ofendido. Em determinadas situações, o mais correto é simplesmente não opinar.

11. SEJA POSITIVO

Como você se sente em relação às pessoas que só apontam defeitos, ou tem sempre um comentário negativo na manga para fazer?! Provavelmente você  tenta evitar os “reclamões” de plantão. Portanto preste sempre atenção no que vai publicar no seu perfil, seja positivo nos seus comentários. Mas cuidado para não exagerar, porque tanto o negativismo quanto o positivismo exagerado incomodam!

12. LEIA, PENSE, REFLITA E DEPOIS DÊ SUA OPINIÃO

Muita gente sai comentando e compartilhando textos e fotos sem ao menos tirar um minuto para ler e/ou observar o que está diante dos próprios olhos. Sabe aquele seu amigo que adora dar opinião sobre tudo e fica muito claro que ele não deu a atenção necessária ao texto, pois muitas vezes cai em contradição?! Então, tome cuidado. Antes de comentar ou compartilhar leia o texto, reflita e então dê sua opinião.

Amigos, amigos, Facebook a parte

Todos nós vivemos em uma época de correria e raramente temos tempo de parar para almoçar com amigos queridos. As redes sociais nos ajudam a manter contato e claro, estar por dentro da vida daquela amiga de infância que você não vê há anos, mas sente que viu ontem, pois o carinho e o amor continuam o mesmo. Mas lembre-se sempre que o facebook não é um substituto para a interação cara-a-cara. Portanto faça um “esforcinho” para ver os amigos de verdade. Se não der pra almoçar, marque um cafézinho que por menor e mais rápido que seja lhe fará um bem enorme! (:

Fonte: 





sábado, 21 de novembro de 2015

Volvo promete carro sem motorista para 2017

A Volvo divulgou fotos e detalhes de um conceito para carro sem motorista que diz ser precursor da frota de veículos da companhia que estará nas estradas de Gothenburg, Suécia, em 2017.

O novo Concept 26 da Volvo, nomeado para refletir a média do trajeto diário que trabalhadores usam para o trabalho, incorpora um novo assento que embala o motorista em três diferentes modos: Dirigir, Criar ou Relaxar. 

Diferente da Volvo, o Google que revelou seu carro autônomo em 2014, disse que seu veículo não terá nenhum volante. A gigante de buscas espera que seu modelo compacto de duas portas entre em produção comercial até 2020.

A Tesla também prometeu um carro autônomo, porém seu prazo é bem mais ambicioso: 2017.

De acordo com a companhia fundada por Elon Musk, mais de um milhão de carros já instalaram a atualização do software para o modo automático disponível para o sedan Model S. O recurso inclui uma versão beta do Autosteer e Auto Lane Change. Porém, ambas atualizações são recursos de assistência ao motorista e as mãos devem se manter sobre o volante, alertou a companhia. 

Com o Concept 26, quando um motorista quiser que o carro assuma o controle, o volante retrai, o assento reclina e uma tela ampla emerge do painel de controle – permitindo que o motorista ignore a estrada e realize outras tarefas. 

A montadora também assumiu a controvérsia que tem girado em torno da industria automobilística: quem será o responsável quando um veículo autônomo provocar um acidente?

“Carros da Volvo estão entre os primeiros a direcionarem o assunto da responsabilidade de carros autônomos. Nós acreditamos que fabricantes devem levar a total responsabilidade para as ações do carro quando este estiver sob modo integralmente autônomo”, disse Peter Mertens, vice-presidente sênior de pesquisa e desenvolvimento da Volvo AB.

“Se uma montadora não aceitar a responsabilidade, isso implica claramente que não está confiante sobre sua tecnologia de acionamento autônomo", acrescentou.

Por IDG News Service

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

É possível combater terroristas pela internet?



Os ataques terroristas do Estado Islâmico à cidade de Paris, na última sexta-feira, 13, causaram medo e comoção em diversas partes do mundo. O grupo hacker Anonymous anunciou nesta segunda-feira, 16, que vai “caçar” os responsáveis pelos atentados e declarou guerra aos extremistas.

Mas, afinal, de que modo é possível combater terroristas pela internet? O Olhar Digital consultou Arthur Cesar Oreana, especialista em segurança e tecnologia da informação, a respeito das possíveis ações que um grupo como o Anonymous pode tomar - e como uma possível “guerra cibernética” pode gerar consequências no mundo todo.

Antes de mais nada, é preciso esclarecer que não é possível prever o que o Anonymous, especificamente, vai fazer contra o Estado Islâmico. O grupo já fez esse tipo de “declaração de guerra” no passado - mais recentemente após o atentado à redação da revista francesa Charlie Hebdo, em janeiro deste ano.

Na época, perfis do Anonymous no Twitter divulgaram uma relação de usuários da rede social que se diziam membros do Estado Islâmico ou faziam propaganda a favor do regime extremista do califado sugerido pelos terroristas. Arthur acredita, sim, que esse é um dos possíveis planos de ação dos hackers.

“Eles podem tirar sites de propaganda do Estado Islâmico do ar, denunciar perfis, mas é difícil elencar quais seriam os alvos. Só estando dentro do grupo para saber seu plano de ação. Mas a promessa deles é caçar terroristas pela internet”, diz o especialista. Segundo ele, porém, é mais provável que essa troca de ataques cibernéticos se limite apenas aos países mais diretamente envolvidos com a crise.

De acordo com Arthur, é pouco provável que um site mantido na Argentina, por exemplo - tendo ele ou não relação com o Estado Islâmico - seja atingido por essa “guerra virtual”. Dada a natureza do Anonymous, portanto, é mais prudente acreditar que esses ataques se limitem a prejudicar o sistema de propaganda dos terroristas, meio pelo qual eles recrutam novos membros na Europa e no Oriente Médio.

Um contra-ataque, porém, é o que pode tornar as coisas um pouco mais sérias. Se o Estado Islâmico encarar o Anonymous como inimigo, é possível que a organização lance uma série de vírus de computador que ataquem indústrias e setores da economia em países ocidentais. Uma estratégia que já foi vista no passado.

“A guerra cibernética é o quinto meio de guerra, depois da guerra na terra, no mar, no ar e no espaço. Já tivemos situações em que um vírus desacelerou o programa de enriquecimento de urânio em um país”, diz Arthur, em referência ao método utilizado para a obtenção de energia nuclear (e também de bombas). “Essa pode ser uma opção para o Estado Islâmico tanto de ataque quanto de contra-ataque. Não há como saber se outros países serão ou não afetados.”

Uma outra notícia divulgada aqui no Olhar Digital nesta segunda dá conta de que os terroristas poderiam ter utilizado um PlayStation 4 para se comunicar e planejar os ataques. De acordo com Oreana, é possível, sim, que o console seja utilizado para essa finalidade, mas não por uma questão de segurança ou criptografia.

“Se essa comunicação é feita pela rede da PSN, então ela está na internet, deixa rastros e pode ser interceptada. Redes ocultas como a dark web ou a deep web oferecem opções de encriptação e segurança muito mais avançadas neste sentido. A PSN é uma opção, pode funcionar ou pode não funcionar, mas nada impede a Sony [empresa que administra a rede do PlayStation] de encontrar terroristas usando o sistema”, conclui Oreana.

Por Lucas Carvalho - em 16/11/2015




segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Google homenageia a atriz e inventora Hedy Lamarr. Um tributo ao seu 101º aniversário.

A Google decidiu homenagear esta segunda-feira a atriz austríaca e norte-americana Hedy Lamarr com o Doodle especial que celebra o seu 101º aniversário.

Hedy Lamarr já foi descrita como a “mulher mais bonita do mundo”, diz o The Telegraph. Mas não foi apenas pela sua beleza e pelo seu desempenho como atriz que Hedy Lamarr ficou conhecida na sua época. A sua vida foi muito mais rica.

Lamarr nasceu em 1914, em Viena, Áustria, e conseguiu o seu primeiro papel aos 17 anos num filme alemão, tendo sido o desempenho como protagonista no filme Ecstasy, em 1933, que a colocou na ribalta e debaixo dos olhares dos produtores de Hollywood. Ficou conhecida como a Ecstasy Girl. Antes do filme, Hedy Lamarr era Hedwig Eva Maria Kiesler e foi em Hollywood que mudou oficialmente de nome e assinou um contrato com MGM. Estreou-se no cinema norte-americano em 1938 com o filme Argel.

Mas Hedy Lamarr não marcou o seu lugar na história apenas pela sua presença no cinema. Ela também foi pioneira na área das tecnologias da comunicação. Inventou e patenteou um sistema de comunicações secretas em 1942, que se veio a tornar fundamental para as comunicações militares e para a telefonia móvel. O sistema que Lamarr desenvolveu em parceria com George Antheil, um dispositivo que conseguia alterar as frequências dos sinais de rádio, impedia que os inimigos durante a II Guerra Mundial descodificassem as mensagens trocadas. Embora o sistema não tivesse sido utilizado na altura, ele lançou as bases para as tecnologias como o Bluetooth, o GPS e o Wi-fi, amplamente utilizadas atualmente.

“Nós adoramos destacar boas histórias sobre as realizações de mulheres na ciência na tecnologia. Quando a história envolve uma personalidade de Hollywood dos anos 40, que para além de ser uma estrela do cinema, também desenvolveu uma tecnologia que utilizamos todos os dias nos nossos smartphones, então é mesmo necessário partilhá-la com o mundo”, explicou uma das criadoras de doodles da Google, Jennifer Hom.

O doodle criado para homenagear Hedy Lamarr, segundo o The Telegraph, tem uma trilha sonora criada pelo compositor Adam Ever-Hadan e pretende percorrer a carreira da atriz em Hollywood, como se de um filme se tratasse, bem como a sua invenção tecnológica, através de ilustrações de moda e cartazes de cinema característicos dos anos 40. O doodle é animado através de vários desenhos, mostrando os papéis desempenhados por Lamarr no seu dia-a-dia, quando era estrela de cinema durante o dia e inventora durante a noite.

Assista em:

Fonte: 


sábado, 24 de outubro de 2015

Aplicativo mede cômodos apenas encostando o celular na parede



Por: Nathalia Brogiatto 

Imagina um aplicativo que mede os cômodos de uma casa apenas encostando o celular na parede? Ele já existe e chama RoomScan!
Disponível para iOS, ele desenha plantas arquitetônicas em poucos minutos. Através dos sensores internos do iPhone, o RoomScan reconhece a sequência de superfícies planas verticais e mede a distância entre elas, criando plantas super precisas.
Através do sensor de movimento do aparelho, ele traça um esboço de planta baixa do imóvel, medindo até a metragem cúbica da peça.

Bastante útil em diversas situações cotidianas, principalmente para arquitetos e engenheiros, o aplicativo permite levantamentos ainda mais precisos quando combinados com uma trena a laser.
Além disso, o desenho pode ser exportado em .pdf ou em .dxf para AutoCAD ou SketchUp.

Gratuito, o RoomScan já tem uma versão Pro do programa, que permite adicionar dados de medidores a laser para obter planos exatos, além de facilitar a inserção de portas e janelas e conectar automaticamente as salas. Está disponível na App Store por US$ 5.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Santos Dumont, o maior supercomputador do Brasil


Dom Pedro II sempre foi conhecido por ter sido grande incentivador da tecnologia. Sabe-se, por exemplo, que o imperador era fotógrafo, num tempo em que isso não era tão comum, e que foi amigo do escocês Alexander Graham Bell, o criador do telefone. Pois agora Petrópolis, cidade que o homenageia até no nome, se tornará em breve palco de um acontecimento extraordinário na ciência nacional: em outubro, entrará em operação, ali, o Santos Dumont, considerado o maior supercomputador da América Latina.

Cerca de 1 milhão de vezes mais rápido que um notebook comum, ele é uma máquina que, simbolicamente, voa — à semelhança da personalidade que lhe empresta o nome, tão fã daquela cidade serrana que até morou lá. A novidade tecnológica é fruto de um acordo assinado entre Brasil e França, e está abrigada no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), um instituto de pesquisa cercado de plantas, localizado atrás do charmoso Palácio Quitandinha. “Trata-se da realização de um sonho da comunidade científica brasileira”, afirma Pedro Dias, diretor da entidade.

Basicamente, os supercomputadores são versões turbinadas dos aparelhos que temos em casa. Enquanto um laptop topo de linha tem seis processadores, o novo cérebro eletrônico fluminense tem 1 milhão de componentes do tipo. Por conseguir analisar enormes quantidades de informação num curto período, será útil para diversas áreas. Uma delas é a meteorologia, que usa máquinas assim para comparar condições climáticas de um determinado momento com outras do passado e, a partir disso, fazer previsões do tempo. Na medicina, por sua vez, os pesquisadores perceberam que o ângulo natural da artéria carótida favorecia o seu entupimento e usaram supercomputadores como esse para descobrir a posição perfeita e criar próteses que minimizassem o problema.

Como se pode observar, o novo equipamento ajudará, e muito, em variados setores da ciência. Mas isso tudo tem  um preço: o Santos Dumont custou 60 milhões de reais. Fabricado na França, foi testado lá por duas semanas antes de vir de navio para o Brasil, numa viagem que durou um mês. Partindo do Porto do Rio, quatro carretas foram necessárias para que o gigante de 15 toneladas subisse a serra. Para se ter uma ideia, esse é o peso de dois exemplares de elefante-africano, animal tido como o maior mamífero terrestre. Lá em cima, um guindaste facilitou o descarregamento de todas as partes da máquina antes da remontagem, que levou uma semana para ser concluída. 

Neste exato momento, o supercomputador petropolitano repousa em dois contêineres que foram unificados e lhe servem de casa. O ambiente cinza e branco lembra o cenário de filmes de ficção científica. No teto, estão os fios que vão alimentar a fera digital. Quando estiver funcionando, o Santos Dumont devorará energia suficiente para abastecer um bairro com 3 000 habitantes. Por isso, três geradores estão à sua disposição. A estimativa dos cientistas é que a novidade sozinha acarrete um gasto de 500 000 reais de luz por mês, valor quatro vezes maior que o da atual conta de energia paga pelo laboratório. Entretanto, o investimento é considerado válido, já que a máquina consegue processar trinta vezes mais dados do que a capacidade de todos os computadores do LNCC hoje. São números que animam os cientistas, que não veem a hora de ter tudo ligado. “Quanto mais poder computacional, mais ferramentas nós temos para lidar com os problemas”, explica Fábio Porto, pesquisador do instituto. O alvoroço é tanto que já despertou até a curiosidade de hackers — nos últimos meses aumentou o número de tentativas de invasão dos sistemas do órgão.

O Santos Dumont poderá ser usado por qualquer cientista do país. Para isso, será preciso apenas que o pedido seja feito ao LNCC, que vai avaliar as solicitações e liberar a máquina de acordo com a urgência e a necessidade de cada projeto. Esse é um formato inédito no universo dos supercomputadores brasileiros, que geralmente têm uso restrito a finalidades específicas. Destronado pelo gigante de Petrópolis, o Yemoja, que pertence ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), é voltado para estudos na área de geofísica. O mesmo acontece com o Tupã, aparelho usado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apenas para análises climáticas, e com o Grifo04, da Petrobras, focado nas pesquisas da própria empresa. Embora seja um avanço respeitável em termos de computação científica, o novo dispositivo ainda está longe dos melhores do mundo. Primeiro da lista, o chinês Tianhe-2 tem três vezes mais processadores que a máquina brasileira. Mesmo assim, a novidade pode servir de passaporte de entrada para o país no clube das nações que fazem ciência de ponta. 

Por: Saulo Pereira Guimarães

Foto: Bianca Pimenta

sábado, 3 de outubro de 2015

Velocidade da internet no Brasil cresce 7%, mas país cai no ranking global.


Saiu o State of the Internet, um estudo feito periodicamente pela empresa Akamai (que é especializada em hospedar e servir conteúdo de sites e responde por 15% a 30% de todo o tráfego da internet). Ele mostra que a velocidade média da internet no Brasil subiu 7,6% em relação ao trimestre anterior, e agora é 3,6 Mbps. Mesmo assim, o país caiu uma posição no ranking global, onde agora é o 90.o (nonagésimo) – porque outros países progrediram mais rápido.

Na comparação com vizinhos da América Latina, o Brasil perde para o Uruguai (5,9 Mbps de média), a Argentina (4,7) e o Equador (4,0), e fica na frente de Bolívia (1,9), Venezuela (1,6) e Paraguai (1,5 de média). A internet mais rápida do mundo continua sendo a da Coréia do Sul, com 23,1 Mbps de média, seguida por Hong Kong (17), Japão (16,4), Suécia (16,1) e Suiça (15,6). Os Estados Unidos só aparecem em vigésimo lugar, com 11,7 Mbps.

Segundo o estudo, a velocidade média da internet como um todo, no mundo, é de 5,1 Mbps (crescimento de 3,5% em relação ao trimestre anterior).

Por Bruno Garattoni

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Veja atitudes inconvenientes comuns nos grupos de WhatsApp

Ainda que o WhatsApp tenha se tornando uma ferramenta importante para unir famílias, amigos e até colegas de trabalho, o aplicativo muitas vezes é um grande inconveniente. Seja pelo excesso de mensagens, pelo recebimento de notificações em situações nada convencionais ou mesmo pelo consumo do plano de internet.

Problemas que poderiam ser evitados diante da mudança de comportamento dos usuários. Veja abaixo 17 atitudes inconvenientes comuns nos grupos de WhatsApp. 

1. Mensagens em horários inconvenientes
Não é nada agradável ser acordado pelo toque do WhatsApp, ainda mais quando se trata de uma mensagem sem qualquer importância. Evite mandar mensagens muito cedo ou muito tarde ao menos que seja algo importante.

2. Assuntos pessoais
Como é chato ser espectador de discussões familiares, amorosas ou cobranças. Portanto, se o assunto não interessar ao menos um terço do grupo, opte por conversas individuais.

3. Charadas
Ainda que seja uma forma de engajar e entreter as pessoas que participam do grupo, as charadas têm grande potencial de incômodo pelo aumento no número de notificações que provoca.

4. Correntes
As correntes seguem vivas no WhatsApp com conspirações, conteúdos religiosos e promessas para a realização de desejos--caso (é claro) você encaminhe essas mensagens aos seus amigos. Mas será que realmente funcionam?

5. Áudios em excesso
As mensagens de voz se tornaram um grande atalho para as conversas, mas sempre há aquele usuário que usa e abusa do recurso. Não seria nada conveniente apertar o play e ser surpreendido por um áudio constrangedor em meio a uma multidão de pessoas, não é mesmo? Além disso, haja paciência e memória para a todo momento carregar o arquivo e encostar o aparelho no ouvido para escutá-lo.

6. Frases picadas
Como enviar mensagens é gratuito, alguns usuários do WhatsApp não economizam nas interações e, ao invés de formular uma frase, enviam palavra por palavra. Pode parecer um detalhe bobo, mas a cada mensagem, o remetente recebe uma notificação, o que incomoda bastante,

7. Excesso de emojis
O problema aqui não está nos emojis, que por sinal são bem legais e divertidos. Mas há algumas pessoas que acabam pendendo a mão e usando o recurso exageradamente. Às vezes, é até difícil identificar o que querem dizer.

8. CAPS LOCK
NÃO É MUITO AGRADÁVEL LER TEXTOS EM LETRA MAIÚSCULA. Evite usar o Caps Lock, ao menos que realmente queira enfatizar algo ou gritar com alguém.

9. Cobrança de respostas
Ainda que o WhatsApp dedure as pessoas que leram a sua mensagem, não é muito agradável ser cobrado por uma resposta. Nem sempre a pessoa que está online está disponível para te atender.

10. "Bom dia" e "boa noite"
A chateação do "bom dia" e "boa noite" assombram diariamente os grupos do WhatsApp. Um sinal de educação? Até pode ser. Mas receber notificações a cada uma dessas menções não é nada agradável.

11. Boletim de tempo
Sempre há um aprendiz de meteorologista nos grupos do WhatApp. Será que realmente esse tipo de informação é relevante para ser compartilhada?

12. Excessos de vídeos
Haja plano de internet móvel para ver todos os vídeos enviados pelas pessoas que enviam esse tipo de conteúdo o dia todo.

13. Efeito narcisista
A moda das selfies invadiram os grupos do WhatsApp e se tornou uma grande vilã para o pacote de dados dos usuários.

14. Diário de bordo
Será que é realmente necessário compartilhar cada minuto do seu dia nos grupos em que participa? O bom senso é muito bem-vindo sempre.

15. Discussões polêmicas
Ainda que os grupos do WhatsApp seja um espaço aberto para se discutir qualquer tema, debates políticos, religiosos ou futebolísticos nunca acabam muito bem. Pelo bem estar de todos, o ideal é evitar entrar nesse tipo de discussão e aprender a respeitar a opinião do outro.

16. Mensagens motivacionais
Independente do seu estado de humor, há sempre aquele seu contato que manda mensagens motivacionais. As intenções podem ser boas, mas, dependendo do seu ânimo, pode ser o estopim para um bloqueio temporário no WhatsApp. Sem contar que essas mensagens geralmente são transmitidas por meio de fotos --que comprometem ainda mais o seu plano de internet.

17. Convites inesperados
Adicionar um amigo em um grupo sem avisá-lo pode não ser uma boa ideia. Você pode deixá-lo em uma posição constrangedora. Afinal, quem garante que ele realmente quer participar desse bate-papo?