sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Dia da Informática

Há exatos 68 anos surgia o ENIAC, um dos computadores mais importantes para a história da informática, criado em 1946. Sua relevância foi tão grande que a data de 15 de agosto celebra o Dia da Informática.

Acrônimo de Computador e Integrador Numérico Eletrônico, o ENIAC foi desenvolvido por dois cientistas norte-americanos chamados John, o Mauchly e o Presper Eckert, ambos da Universidade da Pensilvânia.

O projeto começou em 1943 e a ideia era que o computador fosse usado para fins militares pelo Exército dos Estados Unidos, que estava envolvido com a Segunda Guerra Mundial.

Era um nível tecnológico inimaginável para muita gente. Funcionando a uma velocidade 1 mil vezes superior ao alcançado pelas máquinas da época, o ENIAC ganhou até o apelido de "cérebro gigante".

Hoje, é claro, os 5 mil cálculos que ele fazia por segundo não são sequer comparáveis aos quatrilhões de operações que o supercomputador chinês Tianhe-2 alcança no mesmo tempo - é o mais potente do mundo, atualmente.

É importante observar, porém, que o ENIAC não é necessariamente o primeiro computador da história. O alemão Konrad Zuse desenvolveu, em 1936, o Z1, primeiro computador eletromecânico da história, que conseguia realizar cálculos e exibir a solução em uma fita perfurada. A máquina era gigantesca e pesava quase 500 kg e fazia apenas adições, subtrações, multiplicações e divisões, além de cálculo de raiz quadrada. Pouco depois, ele criou o Z3, a primeira máquina totalmente automática e programável.

Por muitos anos, a "paternidade" do computador ficou com John Mauchly and John Eckert, o que foi contestado ao longo dos anos. Com a controvérsia, o computador foi considerada uma invenção de domínio público.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Project Zero


A Google anunciou o lançamento do Project Zero, que pretende reduzir ao máximo a influência de ataques maliciosos na internet mundial. Trata-se de um programa voltado à segurança digital não somente dos serviços que fazem parte da companhia de Mountain View, mas de toda a rede. A Google diz que a motivação disso está no fato de que todos deveriam poder usar a internet sem medo de atividades criminosas ou monitoramento indevido.

Segundo relatos do The Next Web, a Google já investia muito dinheiro em segurança digital e parte dos investimentos do Project Zero vem de fundos já existentes. Também foi revelado que muitos funcionários já dedicavam parte de seu tempo para o aumento da segurança digital, mas que agora existe uma equipe 100% dedicada a isso — incluindo alguns dos hackers mais competentes que a internet pode conhecer. A própria empresa revelou em um comunicado:

“Nosso objetivo é reduzir significantemente o número de pessoas atingidas por ataques. Nós estamos contratando as melhores mentes voltadas às pesquisas de segurança, que terão 100% do seu tempo sendo utilizado para melhorar a segurança ao redor da internet!” A Google ainda deixa claro que não existem limites quanto às pesquisas, pois o foco está exclusivamente na proteção dos usuários.

Sempre que uma vulnerabilidade for encontrada, ela será reportada aos responsáveis pelo site ou pelo aplicativo. Assim que estiver pública, essa vulnerabilidade já deve estar com a correção disponível. Em resumo, o Project Zero pretende permitir que os consumidores estejam protegidos dos problemas antes mesmo que os hackers saibam que eles podem ser explorados — descobrindo bugs com ainda no "Zero-Day". Será que você vai ficar mais seguro com tudo isso?

  • The Next Web
  • Wired
  • terça-feira, 8 de julho de 2014

    BIBLIVRE 4.0

    SOFTWARE LIVRE DE ÚLTIMA GERAÇÃO PARA AUTOMAÇÃO DE BIBLIOTECAS 

    O Biblivre 4.0 é gratuito, possui novas funcionalidades e um código completamente novo.

    VERSÃO INTERNACIONAL DO BIBLIVRE 4.0

    No dia 07 de julho de 2014, estará no ar a mais nova versão internacional do Biblivre IV, servidor Marc 21 Z 39.50 e demais características do programa. Sob a coordenação de Ubaldo Miranda, o software será disponibilizado no site www.biblivre.org.br que já contém informações técnicas e de contato.

    Lançado também em português, inglês e espanhol para que bibliotecas do mundo inteiro possam utilizá-lo, como fizeram com o Biblivre 3.0, esta é a quarta versão do programa. É um software livre, ou seja, totalmente gratuito, capaz de proporcionar a informatização de bibliotecas dos mais variados portes, propiciando a comunicação entre redes eletrônicas com o uso de recursos das tecnologias das redes existentes nas bibliotecas mais modernas do mundo, e facilitando a vida dos bibliotecários e a inclusão digital do público usuário.

    Este novo software possui, entre as novidades, um módulo digital que disponibiliza a leitura e a impressão de livros de domínio público. No módulo, estão catalogados milhares de obras sobre diversos assuntos. A nova versão conta com uma capacidade de armazenamento muito maior que a versão anterior. O Bibilivre 4.0 possui multibibliotecas, que é a possibilidade de gerenciar várias bibliotecas ao mesmo tempo. Isso não acontecia na versão passada.

    Serão distribuídos mil CDs com manual para a instalação do software entre as bibliotecas públicas do Rio de Janeiro e do Brasil. O software é desenvolvido pela SABIN (Sociedade de Amigos da Biblioteca Nacional) e conta com o apoio do MinC, Organização Pedro I, ORDEC e FBN, com patrocínio exclusivo do Itaú Cultural. 

    O que caracteriza o Biblivre 4.0, além da internalização, são as melhorias, as novas funcionalidades que foram implantadas nesta versão. “Se uma pessoa quiser acessar, através do Biblivre, uma outra biblioteca que disponibilize seu catálogo, terá o acesso mais facilitado. Com este novo programa, o usuário pode acessar várias bibliotecas do mundo, simultaneamente”, afirma Ubaldo Miranda, coordenador do projeto.

    Com o Biblivre, o usuário também pode disponibilizar obras digitais. Para isso, a biblioteca precisa ter a autorização do autor ou a obra ser de domínio público. Por exemplo, um escritor do interior do Brasil, que tenha dificuldade de acesso à mídia e/ou não possa financiar seu próprio livro, pode divulgar sua obra, disponibilizando-a na biblioteca de sua cidade através do programa. O Biblivre é, na visão de Miranda, uma forma de difundir cultura e promover a inclusão social.

    O software alcançou tamanha dimensão que serviu de trabalho de monografia da aluna Monique Araújo Santos, do curso de Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação da UFRJ. Além disso, foi questão de provas no concurso público de bibliotecárias da Fundação Osvaldo Cruz.
    Também chamado de Biblioteca Livre, o software está sendo utilizado nas bibliotecas públicas e privadas de todo o Brasil e em algumas no exterior como as que foram cadastradas nos Estados Unidos, Portugal, Holanda, Albânia, Angola, Moçambique entre outros. 

    Nesta versão 4.0 o usuário pode reservar à distância seu livro em alguma biblioteca sem nenhum problema.

    O Biblivre desde a sua versão inicial, tem enfocado as rotinas e sub-rotinas das bibliotecas, tais como: a busca; o acesso e a circulação do acervo; a catalogação de material bibliográfico, de multimídias e objetos digitais, inclusive com importação de registros de catalogação gerados em outras bibliotecas; o controle de autoridades e de vocabulário; além de rotinas do processo de aquisição de novos itens para o acervo.

    O software possui linguagem Java e compatibilidade com protocolo Z39.50 e é executado em ambiente Web 2.0, o que o torna mais dinâmico para o usuário, com buscas mais rápidas.

    AS NOVIDADES DA VERSÃO 4.0 SÃO AS SEGUINTES

    Um código completamente novo; 
    Software mais estável e mais rápido;
    Novo módulo de reserva; 
    Nova funcionalidade multibibliotecas; 
    Nova funcionalidade de relatórios; 
    Novo servidor Z39,50, mais estável e mais rápido; 
    Novo layout.


    OUTROS MÓDULOS E FUNÇÕES JÁ EXISTENTES NO SISTEMA


    Módulo para publicação de obras digitais — Foram acrescentadas funcionalidades para incluir obras digitais durante a catalogação e funcionalidades para acessar obras digitais no módulo de pesquisa.
    Módulo para manter bases de autoridades e editoras — Foi criado um novo módulo para catalogar autoridades (autores) e editoras e incluída a funcionalidade de pesquisar esta base no módulo de pesquisa.
    Módulo para manter as bases de Assuntos/Tesauro — Foi criado um novo módulo para manipular uma base de palavras-chave, conhecida também como vocabulário controlado ou tesauro. O projeto deste módulo, chamado de Tesauro, baseia-se no padrão ANSI/NISO Z39.19-2005, um padrão internacional para este tipo de funcionalidade.
    Uso de várias bases na pesquisa no acervo (simples, avançada, distribuída) — Seguindo a experiência da comunidade de biblioteconomia, a base bibliográfica do Biblivre passou a ser indexada por tipo de material, o que fornece ao utilizador uma visão de várias bases isoladas, que também podem ser combinadas para a realização de uma pesquisa.
    Formulários especializados para outros materiais — Complementando a divisão da base bibliográfica em tipos de materiais, foram desenvolvidos formulários para permitir a catalogação e a pesquisa de livros, panfletos, teses, periódicos, além de material iconográfico, audiovisual, música, partituras, cartografia, manuscritos e objetos 3D.
    Acesso simultâneo a vários servidores Z39.50 — Foi acrescentada a possibilidade de realizar pesquisa simultânea a vários servidores Z39.50, permitindo o estabelecimento de uma forma de federação entre várias bibliotecas dotadas deste serviço, como é o caso do próprio Biblivre e de outros projetos internacionais, como o TEL – The European Library (http://www.theeuropeanlibrary.org).
    Novo serviço para acesso às bases bibliográficas do Biblivre, através do protocolo SOAP, seguindo os padrões conhecidos como WebServices (http://www.w3.org/2002/ws/Activity) — A finalidade deste serviço é permitir que terceiros desenvolvam clientes para acessar as bases do Biblivre a partir de seus próprios sistemas e programas, como por exemplo, sites em PHP e programas escritos em Visual Basic ou em Delphi.

    Em 2006, atendendo a excelente recepção dada ao sistema Biblivre e considerando a realimentação dada por seus usuários, foi proposto um novo projeto ao PRONAC, que visava acrescentar novos recursos ao Biblivre e produzir a versão 2.0. No final de 2006, o projeto Biblivre II, passou a contar com o apoio oficial da Fundação Biblioteca Nacional e com o patrocínio integral da Fundação Itaú Cultural.

    Fonte: Maria Fernanda Gurgel - Assessoria de Imprensa

    terça-feira, 24 de junho de 2014

    Idosos internautas compõem grupo que mais cresce nas redes



    Presença nas redes é alternativa para fugir do isolamento do mundo real

    POR O GLOBO

    RIO - Zezé Teixeira não consegue ficar um dia sem entrar no “Face”, como chama a maior rede social do mundo. Se vai a uma festa, registra o evento no ato pelo site. Se algo diferente acontece na sua rotina, é lá que conta ao mundo. Quando precisa conversar com amigas e familiares, adivinhe o que ela faz. Zezé tem 83 anos e nem de longe é caso único na sua geração. Ela integra um grupo de pessoas que apresenta as taxas mais aceleradas de inclusão digital. Se se toma uma faixa maior, dos brasileiros com 50 anos ou mais, a evolução no número de conectados é gigantesca: entre 2005 e 2011, o salto foi de 222,3%, de 2,514 milhões para 8,101 milhões, tornando-os 18,4% de todos os internautas do país. Vale lembrar que a população de 50 anos ou mais era de 39 milhões, o que deixa espaço para um crescimento muito maior. Os dados são da mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), do IBGE.

    — Gosto de conversar e de escrever, então gosto muito da interação pela rede. Adoro quando as pessoas compartilham, curtem ou comentam algo que publiquei — descreve Zezé, mãe de seis filhos, tia de 14 sobrinhos e avó de seis netos, que vive em Niterói, no Grande Rio. — Quando preciso me distrair ou falar com a família, vou para o “Face”, e pronto.

    Ainda que admita ter dificuldades no uso do computador, a aposentada nega se sentir desestimulada. A cada “curtida” que recebe, a animação aumenta:

    — A interação acaba sendo uma motivação muito boa para mim, faz com que eu me sinta melhor.

    Além da Pnad, diferentes pesquisas comprovam o espantoso crescimento na conexão de não nativos digitais. A última TIC Domicílios do Comitê Gestor da Internet (CGI), que mede o uso das tecnologias da informação e comunicação nas residências brasileiras, indica que o país ganhou 2,8 milhões de novos usuários de internet com 45 anos ou mais em apenas um ano, entre 2011 e 2012. Desses, 1,7 milhão são novos usuários de redes sociais — um percentual de crescimento de 17% no período.

    Lá fora, a tendência se repete. Em 2013, um levantamento do Centro de Pesquisas Pew, nos EUA, indicou que a faixa de usuários com mais de 65 anos foi a que mais teve crescimento nas redes sociais do país — um aumento de 10% em só um ano —, e 45% desse público já era usuário contumaz da rede por lá.

    — Se você refletir sobre as redes sociais, é possível considerá-las uma espécie de porta de entrada para o ambiente digital, pois são mais fáceis de usar. Por isso são tão utilizadas por pessoas de todos os segmentos, inclusive os mais velhos — afirma Winston Oyadomari, analista de pesquisas do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação do CGI (Cetic.br).

    Menos jovens na maior rede social

    O fenômeno contrasta com a perda de interesse dos mais jovens pelas redes tradicionais: a mesma pesquisa do Pew indica que, em 2013, o Facebook, especificamente, sofreu uma redução, em apenas um ano, de dois pontos percentuais no seu número de usuários entre 18 e 29 anos, o que os levou de 86% para 84% do total.

    Quanto ao uso das tecnologias móveis, um levantamento conduzido este ano pelo site de cupons de compras Voucher Cloud, com 2.241 americanos entre 50 e 75 anos, revela que 71% dos entrevistados se sentem confortáveis utilizando smartphones e tablets.

    O carioca Sérgio Santos tem apenas 52 anos e não enfrenta, portanto, a estranheza que os idosos têm ao conhecer tantos dispositivos contemporâneos. Tampouco é um nativo digital. Numa espécie de fronteira geracional, ele incorporou radicalmente a tecnologia ao dia dia. Dono de um tablet e de um smartphone, usa o Facebook constantemente:

    — A tecnologia tem um papel central na minha vida, mas não é uma dependência. Uso para pesquisas, para consumir conteúdos, para trabalhar e, nas redes sociais, comunicar-me com conhecidos e familiares. Estou sempre conectado, até na casa de praia.

    Para Gina Páscoa, doutoranda da Universidade de Lisboa especializada no uso de tecnologia de informação e comunicação por idosos, não há dúvida de que uma parcela crescente deles vem atentando para a necessidade de se incluir digitalmente.

    — A maior parte das pessoas desse segmento não contou com essas ferramentas nas suas vidas, mas hoje conhece a dimensão e a utilidade das mesmas. E essa faixa etária não quer ficar à margem dos avanços, quer acompanhar os mais novos.

    O envelhecimento global da população tem muito a ver com isso.

    — Esse envelhecimento tende a ser ativo, positivo e saudável, onde a aprendizagem é uma constante. As redes sociais e as tecnologias fazem parte dele — pondera a pesquisadora.

    Instrutora de um Centro de Internet Comunitária (CIC) da Prefeitura do Rio na Tijuca, Margarete Serber diz observar de perto o interesse crescente dos mais velhos pela tecnologia:

    — A maioria das pessoas que frequentam o nosso espaço tem mais de 50 anos. São eles que mais procuram as aulas para aprender a mexer no computador, especialmente por causa das redes sociais. Tenho alunos com 80 anos, que chegam sem noções básicas de informática mas já perguntam pelo Facebook.

    Após aprofundar os seus conhecimentos em um CIC carioca, Vilma de Moura, de 75 anos, passou de aluna a “mestre”.

    Para Henrique Teixeira Gil, professor adjunto na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco, em Lisboa, alguns dos principais obstáculos que os mais velhos têm para o uso da tecnologia ainda são a falta de competências digitais na formação e a pouca exposição às tecnologias da informação:

    — Muitos não se sentem à vontade em experimentá-las, têm medo de “estragar”, de errar, de não conseguir usar.

    Para ultrapassar essas barreiras, o professor ressalta a importância de programas e iniciativas públicas que visam à inclusão digital dos mais velhos, com planos de atividades que levem em consideração particularidades, interesses e necessidades deles.

    Fórmula para reduzir o isolamento

    Uma vez vencidos os obstáculos iniciais, não há dúvida sobre os benefícios que a tecnologia proporciona. É o que afirma Tom Kamber, diretor executivo da ONG americana "Older Adults Technology Services" (OATS), que desenvolve ações e programas de inclusão digital para a terceira idade nos Estados Unidos:

    — A tecnologia é uma ferramenta fantástica para a comunicação. Quando usada pelos mais velhos, é notável o poder que ela tem de aumentar a sua inclusão social e reduzir o seu isolamento. Além disso, é uma fonte inesgotável de informações e serviços que podem facilitar a vida dessas pessoas, levando conveniências e benefícios ao dia a dia e à saúde.

    Apelidada de “vovó do Facebook” pelos amigos da neta de 23 anos, devido ao uso que faz da rede, Iracema Thereza Zugliani, de 81 anos, atesta a importância da tecnologia para pessoas como ela:

    — Hoje em dia, as redes sociais e esses celulares inteligentes acabam sendo muito importantes para a comunicação com família e amigos. Além disso, é possível encontrar muita coisa interessante neles. Não podemos ficar para trás, é importante conhecer o que está levando o mundo.

    sábado, 7 de junho de 2014

    Google leva internet a escola brasileira por balão

    Por Redação Olhar Digital - em 06/06/2014 às 14h40

    O Google Brasil concluiu nesta sexta-feira duas semanas de testes do "Projeto Loon" - que pretende usar balões para levar internet a áreas remotas - em Teresina e Campo Maior, no Piauí. Foram feitos dois lançamentos com a tecnologia no Brasil, o primeiro em 28 de maio e o segundo, hoje.
    Com os balões, a turma da nona série da escola municipal Linoca Gayoso Castelo Branco, na comunidade de Água Fria, teve sua primeira aula com acesso à internet, enquanto um balão sobrevoava a região e transmitia o sinal LTE para uma antena especial instalada no telhado. A aula de geografia, então, incluiu ferramentas como a Wikipedia e o Google Earth.
    O teste com a escola marca a primeira vez que o Projeto Loon usou a tecnologia LTE para conectar pessoas por meio dos balões. Participam da iniciativa no Brasil a provedora de internet Vivo e a Telebras, responsável pela infraestrutura de telecom.

    O ministro das comunicações, Paulo Bernardo, acompanhou o lançamento dos balões e disse que o "governo federal considera prioridade o avanço do uso da internet em todas as camadas da população e em todas as regiões do Brasil”, reconhecendo a necessidade de disponibilizar fibra óptica, satélites, equipamentos fixos ou móveis. 

    Como nasceu

    Desenvolvido no laboratório Google X, no Vale do Silício, o Project Loon pretende utilizar redes de balões de gás hélio, capazes de voar por 100 dias e equipados com antenas Wi-Fi, para levar conexão a áreas sem internet. 
    Os balões são capazes de subir à estratosfera, atingindo altitudes de 20 km – duas vezes mais do que aviões. Nesse ponto, os ventos são lentos, com velocidades entre 8 km/h e 32 km/h. Além disso, a tecnologia do Google utiliza uma série de algoritmos para calcular a velocidade do vento e usá-la a favor do projeto.

    Os balões são feitos de plástico inflável e projetados especialmente para suportarem altas pressões. Eles ainda são equipados com paraquedas que ajudam a controlar a altitude do voo. Segundo o Google, cada aparelho é capaz de fornecer internet a uma área de 40 km de diâmetro. A velocidade da conexão é comparável à internet 3G brasileira.

    quarta-feira, 28 de maio de 2014

    Quatro supergraus de magnitude tech



    1) Petabyte
    Petabyte é o nome dado a um quatrilhão de bytes em armazenamento de dados. Um petabyte de músicas em formato MP3 levaria aproximadamente 2 mil anos para ser tocado. Na neurologia, é estimado que o cérebro humano seja capaz de guardar cerca de 2,5 petabytes de lembranças.

    2) Exabyte
    Exabyte é o termo usado para designar, em tecnologia, um quintilhão de bytes. De acordo com um estudo da consultoria IDC, somente no ano de 2006 foram criados 161 exabytes, o que corresponderia a “3 milhões de vezes o conteúdo de todos os livros já escritos”.

    3) Zettabyte
    Equivalente a um sextilhão de bytes, o zettabyte é uma medida gigantesca. Toda a World Wide Web, até o fim do ano passado, abrangia 4 zettabytes. Tudo o que já foi falado pelos seres humanos de todos os tempos, se digitalizado em áudio, poderia chegar a aproximadamente 42 zettabytes.

    4) Yottabyte
    O yottabyte equivale a um septilhão de bytes. Se um yottabyte fosse armazenado em discos rígidos de um terabyte, ele ocuparia um milhão de data centers do tamanho de um quarteirão cada, que encheriam as áreas dos estados americanos de Rhode Island e Delaware. 

    quarta-feira, 21 de maio de 2014

    Emiew o Robô

    AFP

    Robô que faz brincadeiras e analisa reações é apresentado no Japão

    Cientistas japoneses apresentaram nesta terça-feira um pequeno robô capaz de conversar, fazer brincadeiras e analisar as reações das pessoas.
    Emiew é um pequeno robô vermelho e branco de 80 centímetros, com rodas nos pés e olhos pretos.
    Seus criadores, engenheiros da empresa Hitachi, ensinaram a ele uma série de palavras que o permitem analisar a pergunta que é feita antes de responder.
    Em uma demonstração feita nesta terça-feira em Tóquio, um engenheiro lhe pergunta quantas pessoas trabalham no centro de pesquisa. O pequeno piadista responde: "temos dois cisnes".
    Seu interlocutor fica, é claro, perplexo diante de sua resposta, assim como as pessoas presentes. Então Emiew retoma a palavra: "Entendeu? Era uma brincadeira. Há cerca de 800 pessoas".
    Hisashi Ikeda, um engenheiro da Hitachi, admite que o senso de humor do pequeno robô, conectado permanentemente à internet, não é genial, mas o mais importante, afirma, é sua capacidade para entender.
    Segundo Hisashi, o pequeno robô não se limita a ouvir e a responder por reconhecimento e síntese vocais, mas sabe analisar as reações de seus interlocutores, como, por exemplo, os movimentos da cabeça ou do corpo.
    "A tecnologia agora torna possível que um robô entenda o que um ser humano quer dizer, inclusive apenas com gestos", explica Hisashi.
    Emiew (as siglas de"excellent mobility and interactive existence as workmate") pode ser utilizado como animal de estimação, mas também pode cumprir as funções de um recepcionista, indica a empresa japonesa.

    terça-feira, 6 de maio de 2014

    Um breve histórico dos blogs

    O termo “weblog” foi primeiramente usado por Jorn Barger, em 1997, para referir­-se a um conjunto de sites que “colecionavam” e divulgavam links interessantes na web (Blood, 2000), como o seu Robot Wisdom. Daí o termo “web” + “log” (arquivo web), que foi usado por Jorn para descrever a atividade de “logging the web”. Naquela época, os weblogs eram poucos e quase nada diferenciados de um site comum na web. Talvez por conta dessa semelhança, autores como David Winer¹ considerem como o primeiro weblog o primeiro site da web,² mantido por Tim Berners­Lee, no CERN. O site tinha como função apontar todos os novos sites que eram colocados no ar. 
    Foi, no entanto, o surgimento das ferramentas de publicação que alavancou os weblogs. Em 1999, a Pitas lançou a primeira ferramenta de manutenção de sites via web, seguida, no mesmo ano, pela Pyra, que lançou o Blogger. Esses sistemas proporcionaram uma maior facilidade na publicação e manutenção dos sites, que não mais exigiam o conhecimento da linguagem HTML e, por isso, passaram a ser rapidamente adotados e apropriados para os mais diversos usos. Além disso, a posterior agregação da ferramenta de comentários aos blogs também foi fundamental para a popularização do sistema. 
    Ainda em 1999, Cameron Barrett, do Camworld, escreveu um dos primeiros ensaios a respeito do formato, denominado “Anatomia de um weblog” (Blood, 2000). Outros fatos que popularizaram os blogs foram tanto a escolha de “weblog” como a palavra do ano pelo  Merriam-Webster`s Dictionnary, em 2004, com a compra do Blogger pelo Google no mesmo ano, o que pode ser percebido como indícios da consagração dos blogs na época.
    Uma das primeiras apropriações que rapidamente se seguiu à popularização dos blogs foi o uso como diários pessoais, documentado por vários autores (vide Carvalho, 2000; Lemos, 2002; Rocha, 2003; Miura e Yamashita, 2007). Esses blogs eram utilizados como espa­ços de expressão pessoal, publicação de relatos, experiências e pensamentos do autor. Ainda hoje, o uso do blog como um diário pessoal é apontado por muitos autores como o mais popular uso da ferramenta (vide, por exemplo, Oliveira, 2002; Herring, Scheidt, et al., 
    2005; Schmidt, 2007).

    ² http://info.cern.ch, Acesso em 12/01/2008.

    Fonte: Extraído do livro "Blogs.com - Estudos Sobre Blogs e Comunicação" Orgs. Adriana Amaral, Raquel Recuero, Sandra Montardo - Momento Editorial


    sexta-feira, 11 de abril de 2014

    Hospital cria ursinho que envia mensagens via WhatsApp à criança com câncer





    Do que você mais sente falta aqui? A resposta das crianças com diagnóstico de câncer internadas no setor de pediatria do Hospital Amaral Carvalho, em Jaú, a 300 km de São Paulo, motivou os médicos e integrantes da área a buscarem uma solução que trouxesse mais conforto para as crianças internadas para tratamento.

    As respostas foram as mais diversas - pai, mãe, irmão, tio, avô, colegas de escola, professor - mas todas relacionadas à presença de pessoas que, fora do hospital, faziam parte do convívio das crianças.

    Durante o tratamento, as crianças que recebem quimioterapia e outros medicamentos fortes precisam ficar isoladas para evitar que sua baixa imunidade atrapalhe no objetivo do tratamento. As visitas são controladas, apenas uma pessoa de cada vez pode entrar e por um tempo limitado.

    Ao saber do que as crianças mais sentiam falta durante o tratamento, os médicos e toda a equipe da pediatria do Hospital Amaral Carvalho trabalharam durante meses em busca de uma ideia. Sugestões vieram de todos e o apoio também.

    Um brinquedo ganhou o reforço da tecnologia e, no início deste mês, o hospital apresentou o ursinho Elo, que emite mensagens de voz deixadas às crianças pelo celular, via WhatsApp. 

    O resultado, de acordo com a médica hematologista e chefe da oncologia pediátrica do hospital, Claudia Teresa de Oliveira, ainda está sendo avaliado, mas as crianças aprovaram o ursinho Elo e ele já é o grande companheiro das que estão em tratamento.

    Para ouvir as mensagens gravadas, basta que a criança aperte um botão que fica na mão do ursinho quantas vezes quiser. O dispositivo acoplado no brinquedo pode armazenar várias mensagens, dependo do tamanho do arquivo.

    "A ideia funciona melhor com as crianças menores que se encantam em poder ouvir a voz do tio, avô ou irmão", conta a médica. "Tudo o que a gente fizer em relação à humanização para minimizar o sofrimento que é inerente ao tratamento de câncer, que demanda muita hospitalização, muita quimioterapia, muito efeito colateral, é importante; qualquer coisa que se fizer no intuito de minimizar esse isolamento necessário" completa.



    Apoio

    O hospital possui hoje dez ursinhos com a tecnologia para receber mensagens, mas busca o apoio para conseguir um número bem maior. "A parceria com as empresas que desenvolveram o ursinho teve custo zero até agora para hospital, mas nossa ideia é levar o mascote da pediatria para outras alas infantis, mas para isso, é preciso buscar novos parceiros", explica Claudia.

    Referência no diagnóstico e tratamento do câncer a criação do ursinho Elo faz com que o Hospital Amaral Carvalho ficasse ainda mais conhecido. O vídeo postado pela assessoria de comunicação da entidade no YouTube já foi assistido por mais de 45 mil pessoas e se espalhou rapidamente via Facebook. 

    Théo e Duda

    Além de terem a mesma idade, 4 anos, Théo e Duda têm em comum o diagnóstico de câncer. Em tratamento no Hospital Amaral Carvalho, os dois ganharam seu ursinho Elo e puderam receber mensagens de familiares e dos amiguinhos durante o isolamento.

    Maria Eduarda Calobrizi, a Duda, foi diagnosticada há cerca de um ano com leucemia linfoide aguda. A mãe, Andreza da Silva, 31 anos, conta que a filha passou mal pela primeira vez numa viagem de final de ano ao Rio de Janeiro.

    Enquanto recebia o tratamento, Duda ganhou o ursinho, a quem batizou de de "Bela", e recebeu três mensagens. A mãe conta que ela ouvia várias vezes ao dia. "Ela reconheceu as vozes, foi maravilhoso", conta Andreza.

    Théo Teixeira Manzini, assim como a Duda, está no vídeo gravado pelo hospital. Antes de ser diagnosticado com leucemia linfoide aguda, Théo passou por cinco médicos. Sabrina Teixeira Manzini, mãe dele, conta que um nódulo no pescoço, dores de cabeça e nas pernas foram os primeiros sintomas. "Eu sabia que iria ser difícil, mas não sabia que seria tanto assim", conta, após nove meses de tratamento.

    Théo também adorou receber o ursinho no isolamento e deu pra ele o nome de Bery. No vídeo divulgado pelo hospital, Théo reconhece a voz da mãe e dos colegas da escola. Recebeu mensagens também dos avós e simplesmente adotou o ursinho Elo como companheiro no tratamento.
    Ele diz que pretende fazer um 'pijaminha' para o seu urso, para fazer de conta que ele também está internado. 

    Fonte: 

    quinta-feira, 3 de abril de 2014

    Tecnologia promete acabar com os fios de eletricidade em casa

    Imagine não ser obrigado a ficar parado junto à tomada esperando o celular carregar enquanto conversa com alguém, ou ter a liberdade de levar seu abajur a qualquer canto da casa sem se preocupar com a tomada. É o propõe a startup WiTricity, criadora de uma tecnologia capaz de garantir esse tipo de facilidade.

    O produto em questão desenvolve um campo magnético no ambiente, espalhando a eletricidade que está ligada a uma fonte ressonadora: uma bobina de fio elétrico.

    Quando outra bobina é colocada próxima àquela, cria-se o campo magnético e os aparelhos eletrônicos que entrarem nesse espaço passam a ser alimentados. Não há riscos às pessoas porque o campo é o mesmo utilizado por roteadores Wi-Fi.

    Seria possível usar a tecnologia em celulares, laptops, tablets, controles de televisão (e na própria TV) e uma série de outras coisas comuns, como lâmpadas. Para isso, basta anexar uma bobina às baterias.

    Outra possibilidade está no carros, que podem ser carregados dessa forma. Indo mais longe, dá para construir uma estrada cheia de ressonadores e assim os carros elétricos sequer precisariam de baterias, pois seriam alimentados conforme trafegam.

    Imagem: Foto divulgação

    sexta-feira, 28 de março de 2014

    Netiqueta a Etiqueta na Internet

    Netiqueta é o conjunto de boas maneiras e normas gerais de bom senso que proporcionam o uso da internet de forma mais amigável, eficiente e agradável. É importante ressaltar que em alguns casos, o descumprimento dessas regras pode significar a perda de grandes oportunidades. 

    Vejamos as principais regras de etiqueta na internet: 

    - Maiúsculas: Nunca se deve escrever nada usando apenas as letras maiúsculas, isso significa que a pessoa está gritando. Além do mais, ler um texto assim é extremamente cansativo. 

    - Mensagens chatas: Evite enviar mensagens de propagandas não-solicitadas, “correntes” e outras mensagens do tipo. Isto é muito desagradável. 

    - Emoticons: O emoticon é legal quando usado da forma correta: demonstrar sentimentos. Os emoticons não devem ser utilizados como elementos do próprio texto, visto que em alguns casos não é possível identificar o que a pessoa quer dizer com aquilo. 

    - Fugir do assunto: Ao usar um comunicador instantâneo, nunca fuja do assunto. Mesmo que aquilo não lhe interessa ou é desagradável, diga algo, mesmo que finalizando o assunto, para mostrar que você leu a mensagem. 

    - Tópicos Chamativos: Nunca crie tópicos em fóruns com títulos muito chamativos e escandalosos, procure relacionar bem o título com a mensagem em questão. 

    - Ofensas: Na internet, principalmente em sites de relacionamento, não é difícil encontrar discussões negativas e ofensas. Se alguém for ofendido, não se deve revidar e criar uma “guerra on-line”, visto que isso dificilmente acabará. O melhor caminho é ignorar.

    sábado, 22 de fevereiro de 2014

    O que é BitCoin?

    por Gabriela Viana

    A BitCoin (BTC), é uma unidade monetária online, criada em 2009, e que permite a transferência anônima de valores. Desenvolvida por Satoshi Nakamoto a BitCoin é uma moeda descentralizada, ou seja, não conta com nenhum órgão responsável pelo seu gerenciamento. Dessa forma, as transações de BitCoins são feitas a partir da rede de compartilhamentos P2P (ponto-a-ponto).
    A notoriedade da moeda teve início com a sua relação com o Silk Road, "um mercado negro" onde são vendidas drogas e sementes. No entanto, os criadores da BitCoin afirmam que o objetivo da criação do serviço passa longe da ligação com a ilegalidade. Segundo eles, o objetivo é criar uma economia global da moeda. A ideia é fazer com que empresas ofereçam produtos e serviços que possam ser pagos com os tokens virtuais que, posteriormente, podem ser trocados pela moeda padrão do país ou utilizados para outras compras online.

    Como a BitCoin é gerada?
    As BitCoins são geradas por seus próprios usuários, por meio do processamento dos computadores. Basta instalar o programa necessário para participar da rede de moedas no seu PC - o programa funciona em todos os sistemas operacionais.
    O sistema permite que sejam criadas cerca de 21 milhões de moedas no mundo todo. A medida é uma forma de prevenção contra uma possível crise financeira no sistema de BitCoin. Uma outra forma de evitar as crises é a compra de moedas dos usuários quando estas se encontram desvalorizadas, uma vez que as BitCoins podem sofrer os efeitos do câmbio.

    Como transferir BitCoin para outra conta?
    A partir do momento em que se torna participante da rede, os ganhos de um determinado usuário são guardados em uma espécie de "carteira virtual". Esta pasta é a responsável pela identificação das transações feitas com a moeda.
    Mantendo o anonimato do usuário, a rede do sistema conta com um vasto banco de dados que se expande em blocos, o Block Explorer, onde os registros de todas as transações são apresentados feitas pelo dono da conta.
    A transação de BitCoins é bem simples e funciona como uma transferência de um banco usual. Basta transferir uma quantia de suas moedas para a "carteira" do fornecedor do produto ou serviço comprado.
    A comunicação da transferência será feita por meio da rede P2P, responsável também pelo processamento e validação de toda a criptografia e o valor transferidos, garantindo a segurança do sistema, através da prevenção de casos de gastos duplicados ou falsificação.

    As BitCoins ainda não são aceitas em muitos lugares, mas já é possível comprar jogos para PC, roupas e acessórios, livros e alguns outros serviços e produtos.


    Obs: Rede P2P: Sigla para "peer to peer" (em português, ponto a ponto), é o nome dado aos diversos serviços de compartilhamento de arquivos pela internet.

    quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

    Roteador portátil permite wi-fi em qualquer parte do mundo

    Por Yuri Gonzaga

    Um dispositivo que cabe na palma da mão e que pode ser usado para você se conectar na mais remota parte do mundo, como no meio  do oceano ou em desertos: conheça o Iridium Go, um roteador portátil que, quando for lançado (a empresa promete ainda neste semestre), fornecerá wi-fi em qualquer lugar alcançado por satélites.

    Isso significa em praticamente qualquer parte do mundo.
    O preço do aparelho será, digamos, proporcional à sua utilidade (ao menos seu potencial): a empresa não disse o preço exato, mas diz que ficará na casa dos US$ 800 (R$ 1.922). Em compensação, não há plano de dados.

    À prova d’água e de pancadas leves, o Go é ativado ao se levantar sua pequena antena, que cria uma rede wi-fi de cerca de 30 metros de alcance. Até cinco celulares, tablets, geladeiras ou o que for podem ser conectados simultaneamente.

    A Iridium é uma empresa de telecomunicações via satélite, que vende telefones que se conectam por meio das redes que vêm da órbita terrestre todos por mais de US$ 1.000. Uma de suas rivais, a Globalstar, anunciou na semana passada um produtos semelhante ao Go.

    O Go é pequenino, mesmo se comparado a roteadores caseiros: tem as dimensões aproximadas de um quadrado de cerca de 10 cm por uma altura de 3,2 cm.

    Assistam o vídeo em: http://youtu.be/YbCakX3QdUw


    terça-feira, 28 de janeiro de 2014

    Hershey’s anuncia parceria para impressora de chocolate em 3D

    Monica Campi, de INFO Online


    Um sonho de muitos está mais próximo da realidade. A 3D Systems e a Hershey’s anunciaram uma parceria para desenvolver uma impressora 3D para produção de chocolates e outros produtos comestíveis.
    Embora a impressão de doces não seja exatamente uma novidade - a própria 3D Systems apresentou na CES deste ano a ChefJet, que imprime doces coloridos - a Hershey’s é a primeira grande empresa do setor alimentício a entrar para este mercado.
    Em comunicado, a 3D Systems afirma que fabricar impressoras que podem imprimir chocolate é uma boa forma de evidenciar esta nova tecnologia. Já a Hershey’s vê a parceria como uma solução logística para seus produtos. 
    Porém, as empresas devem desenvolver melhor a ideia e ainda não há detalhes de quando o dispositivo estará disponível e quanto irá custar. Mas para efeito de comparação, a ChefJet chega este ano ao mercado e tem preços que variam de 5 mil a 10 mil dólares.

    domingo, 5 de janeiro de 2014

    Gadget promete controlar o que você sonha

    , de EXAME.com

    Uma empresa de San Diego, nos Estados Unidos, criou um gadget que promete controlar o que você sonha com luzes e um aplicativo para smartphone.
    O projeto da iWinks, lançado no site de financiamento coletivo Kickstarter, está perto de se tornar realidade. Menos de um mês depois de ser lançada, a ideia é uma das mais populares do site e já arrecadou 134 mil dólares, 44 mil a mais do que seus donos julgaram necessário.
    Funciona assim: antes de dormir você coloca uma faixa na cabeça que mede ondas cerebrais e detecta o sono REM (rapid eyes movement, estágio do sono em que sonhamos).
    Sobre os olhos esta faixa tem uma série de luzes que se acendem em uma determinada frequência e intensidade, permitindo que você entre no que pesquisadores chamam de sonho lúcido — um estágio em que teríamos consciência que estamos sonhando e poderíamos controlar nossas aventuras oníricas.
    Enquanto isso, um aplicativo no smartphone se conecta à faixa e grava sua atividade cerebral durante a noite. Se o gadget vai funcionar mesmo, só será possível saber depois de junho, quando a empresa promete entregar os primeiros aparelhos.

    segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

    Aniversário do Blog

    Hoje, dia 30 de dezembro, completamos 4 anos no ar compartilhando informações sobre tecnologia e um pouquinho do que anda rolando neste mundo virtual. 
    Agradecemos os mais de 32.000 acessos ao redor do mundo e dedicamos à você, nosso leitor, a nossa alegria neste trabalho desejando muitos anos de parceria. Obrigado!
    Que venha 2014!

    terça-feira, 24 de dezembro de 2013

    Boas Festas

    “A fraternidade é o sentimento mágico do Natal.
    Com ela, abrem-se as portas da alma e do coração
    e cada um de nós torna-se capaz de construir um mundo novo.
    Um mundo, com certeza, muito melhor.”
    - Ana Maria Jover -

    Um Natal de Paz e um novo ano de saúde e felicidade.

    segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

    Noruega quer disponibilizar todos os seus livros para leitura gratuita on-line

    Em até 23 anos, a Noruega pretende disponibilizar a seus habitantes, pela internet, todos os livros publicados no país, independentemente de estarem protegidos ou não por direitos autorais.
    Conforme seus endereços de IP (espécie de identificação de um computador na rede), os noruegueses terão disponíveis obras que vão da Idade Média aos dias de hoje, graças a uma iniciativa da Biblioteca Nacional da Noruega
    Desde 2006, a instituição tem digitalizado a íntegra de seu acervo, tornando todos os textos passíveis de serem lidos on-line e encontrados por ferramentas de busca, como Google, Yahoo! e Bing. Os livros que estiverem em domínio público poderão ainda ser baixados pelos internautas.
    Pela legislação, todo conteúdo publicado no país, em qualquer meio, deve ser guardado na Biblioteca Nacional da Noruega. Isso quer dizer que não só livros, mas jornais, fotografias e transmissões radiofônicas e televisivas constituirão o acervo digital.
    Outras nações como Reino Unido, Finlândia e Holanda também buscam digitalizar seu acervo físico, mas a Noruega foi uma das primeiras a aderir à ideia de servir como repositório eletrônico do patrimônio cultural da nação.